Bitcoin dispara 25% em uma semana e entra no ranking de 1% das maiores altas
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
📈 O preço do Bitcoin (BTC) chegou a corrigir 10% nas últimas horas antes de voltar a ficar acima dos US$ 100 mil nesta sexta-feira (6), batendo a máxima no dia de US$ 102.039,88, com valorização acumulada de 3,6% nas últimas 24 horas. Para o BTG Pactual, existe uma tendência na direção da criptomoeda.
Após inicialmente romper a aguardada marca dos US$ 100 mil, a criptomoeda voltou a recuar desse nível psicológico crucial, resultando em uma queda acentuada de mais de US$ 6 mil em apenas 3 minutos no final do dia 5 de dezembro de 2024.
"Grande parte desse movimento pode ser explicado pelos altos níveis de alavancagem que vinha sendo observado nos últimos dias, conforme indicado pelo open interest e funding rates dos contratos futuros de BTC", explicam os analistas Lucas Josa, João Galhardo, Lucas Osorio e Matheus Parizotto, em relatório.
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Esse cenário de alta alavancagem, segundo os analistas do banco, tornou o mercado cripto mais vulnerável a movimentos bruscos de preço.
Quando o Bitcoin caiu rapidamente, muitas posições alavancadas atingiram seus níveis de margem, forçando a liquidação automática dessas posições.
Tal efeito intensificou ainda mais a queda, desencadeando uma cascata de liquidações que totalizaram US$ 420 milhões nas últimas 24 horas.
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Apesar da correção de mais de 10% entre a máxima e a mínima registrada no dia 5 de dezembro de 2024, demonstrando um aumento expressivo na volatilidade, o preço do Bitcoin já se recupera nessa sexta-feira (06), com o movimento podendo ser interpretado como um processo saudável de desalavancagem.
📊 "É provável que o preço do bitcoin passe por um período de lateralização nos próximos dias, estabilizando após a intensa movimentação recente", pondera o quarteto de especialistas do BTG Pactual.
Todavia, a tendência de alta de médio e longo prazo para o ativo continua intacta, com o Bitcoin permanecendo em um momento favorável do ciclo para acúmulo de posições.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
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