ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
O Bitcoin (BTC) amargou uma queda de 9,19% em agosto. Com isso, foi o pior investimento do mês, que marcou a retomada da bolsa brasileira.
🪙 Além do Bitcoin, apenas o dólar teve um rendimento negativo em agosto, segundo levantamento da Elos Ayta Consultoria.
O dólar recuou 0,38% ante o real, no primeiro mês de desvalorização do ano. Mas, no caso do dólar Ptax, a baixa foi de 0,10%.
Todos os outros ativos analisados pela Elos Ayta Consultoria tiveram um rendimento positivo em agosto, da renda fixa à renda variável.
Leia também: Ibovespa fecha em queda, mas tem melhor mês do ano
O destaque do mês, contudo, foi do mercado de ações. Afinal, agosto foi um mês de recordes para a bolsa brasileira.
📈 Com a melhora do cenário econômico e a volta dos estrangeiros, o Ibovespa acumulou um ganho de 6,54% no mês.
O IDIV, índice de dividendos da B3, subiu ainda mais: 6,69%.
Com isso, o índice, que mede o desempenho médio dos ativos que se destacam em termos de remuneração dos investidores, foi o melhor investimento do mês, segundo a Elos Ayta Consultoria.
Veja o ranking de investimentos de agosto:
Apesar do baque de 9,19% no mês, o Bitcoin ainda acumula uma alta de 60,88% em 2024. Por isso, é o investimento que teve o melhor rendimento no acumulado do ano até agora.
De acordo com o levantamento da Elos Ayta Consultoria, só o índice de small caps da B3, que reflete o desempenho das empresas de menor capitalização da bolsa brasileira, está no negativo nessa base de comparação.
Isso porque, com a alta de agosto, o IDIV e o Ibovespa passaram a acumular um salto positivo no ano.
"Esses dados refletem as dificuldades enfrentadas por empresas menores em se destacar em um ambiente macroeconômico desafiador", comentou o CEO da Elos Ayta Consultoria, Einar Rivero.
Veja o ranking de investimentos de 2024, até agosto:
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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