Eleições 2026: Eduardo Paes tem 43% e Douglas Ruas soma 25% no RJ

O candidato do Republicanos precisa recorrer ao TSE para não ter candidatura impedida.

Publicado em 11/09/2026 às 19:00h Publicado em 11/09/2026 às 19:00h por Lucas Simões
Vantagem de Eduardo Paes contra Douglas Ruas segue alta, mostra Datafolha (Imagem: Reprodução/Redes sociais)
Vantagem de Eduardo Paes contra Douglas Ruas segue alta, mostra Datafolha (Imagem: Reprodução/Redes sociais)
A corrida eleitoral pelo governo do Rio de Janeiro mostra que o ex-prefeito carioca Eduardo Paes (PSD) soma 43% das intenções de votos, ao passo que o candidato Douglas Ruas (PL) pontua 25%, conforme o mais recente levantamento publicado pelo Datafolha nesta sexta-feira (11).
Vale mencionar que o candidato do PL tornou-se inelegível com base na decisão proferida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) nesta data. Só que Douglas Ruas ainda pode recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para manter sua candidatura ao governo fluminense.
O Datafolha aponta que o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) aparece com 10% das intenções de voto no 1º turno. Já os postulantes André Marinho (Novo), Coronel Busnello (Missão) e William Siri (Psol) surgem empatados com 2% cada.
Devido ao crescimento dos candidatos Douglas Ruas e Anthony Garotinho, as Eleições 2026 no Rio de Janeiro podem ter 2º turno, embora Eduardo Paes totalize 49% dos votos válidos (excluindo nulos e em branco). 
O TSE considera apenas os votos válidos para apontar o vencedor por maioria simples, acima de 50%. Por ora, os entrevistados indecisos passaram de 4% para 3%, enquanto os votantes em brancos, nulos e aqueles que não pretendem votar recuaram de 16% para 9%.
Quanto aos cenários de 2º turno, Eduardo Paes venceria Douglas Ruas, com placar de 54% ante 34%. Até o momento, o ex-governador Garotinho é o candidato com o maior índice de rejeição entre os entrevistados, cerca de 44%. 
A pesquisa elaborada pelo Instituto Datafolha foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de São Paulo. Foram entrevistadas 1.204 pessoas entre os dias 8 e 10 de setembro, e a margem de erro é de três pontos percentuais, para cima ou para baixo. O nível de confiança é de 95%.