Ex-queridinha? Banco do Brasil (BBAS3) deixa a lista de compras de Luiz Barsi
Barsi investe no BB há mais de 50 anos, mas não pretende ampliar a sua posição no banco agora.
🚨 As ações do Banco do Brasil (BBAS3) encerraram a sessão desta segunda-feira (25) em queda de 2,2%, cotadas a R$ 20,05, pressionadas pelos desdobramentos da polêmica envolvendo a Lei Magnitsky e a divulgação de notícias falsas sobre a instituição.
Em meio à volatilidade, o banco acionou a Advocacia-Geral da União (AGU) contra o que classificou como "publicações inverídicas e maliciosas" que colocaram em dúvida sua atuação no sistema financeiro diante das recentes sanções impostas pelos Estados Unidos ao ministro do STF, Alexandre de Moraes.
No ofício encaminhado à AGU, o BB afirmou que seu nome foi citado em diversas publicações nas redes sociais desde 19 de agosto, em mensagens que sugeriam possíveis sanções secundárias à instituição.
Segundo o documento, essas informações levaram clientes a procurar esclarecimentos por temerem impactos sobre suas contas.
A AGU, por sua vez, solicitou à Polícia Federal a abertura de inquérito para investigar os responsáveis. O órgão ressaltou que a propagação dessas mensagens pode provocar uma "corrida bancária", com retirada em massa de recursos, e gerar instabilidade no sistema financeiro nacional.
O estopim do ruído ocorreu em 19 de agosto, quando o ministro do STF Flávio Dino decidiu que leis e sanções estrangeiras não produzem efeito automático no Brasil sem homologação do Supremo.
O mercado interpretou a decisão como uma resposta indireta à aplicação da Lei Magnitsky pelos Estados Unidos contra Moraes, que passou a ter restrições financeiras em território norte-americano.
Analistas da Genial Investimentos destacaram que esse episódio aumentou a percepção de risco no setor bancário, especialmente em relação ao Banco do Brasil, pela sua posição de destaque dentro do sistema financeiro.
➡️ Leia mais: Dividendos no radar: ‘Elétrica’ na B3 pode pagar R$ 7 bilhões em 2025, diz BBI
No mesmo dia 19, os papéis do BB despencaram 6%, reflexo direto da aversão a risco. Desde então, o banco tem reforçado que atua em conformidade com as leis brasileiras, internacionais e das mais de 20 jurisdições onde opera, além de seguir padrões de governança global.
Ainda assim, a pressão permanece, somando-se a preocupações com o balanço do segundo trimestre, considerado fraco por analistas, em razão do aumento da inadimplência no agronegócio.
📊 O BB também lembrou, em nota, que a Lei 7.492/1986, que trata de crimes contra o sistema financeiro nacional, prevê pena de 2 a 6 anos de prisão e multa para quem divulga informações falsas ou incompletas sobre instituições financeiras com potencial de causar pânico ou prejuízo ao mercado.
Barsi investe no BB há mais de 50 anos, mas não pretende ampliar a sua posição no banco agora.
Uma das pautas cria um programa de renegociação de dívidas rurais, mas mercado questiona as condições do refinanciamento.
Entre as principais queixas estavam falhas para realizar Pix e consultar informações da conta.
Com isso, o Itaú BBA cortou a projeção para o lucro e o preço-alvo para as ações do BB.
O banco liderou captação de R$ 1,5 bilhão com alavancagem de 4x para viabilizar R$ 6,4 bilhões em projetos na Amazônia Legal.
A principal vantagem do Tesouro Reserva é o seu vencimento em 10 anos, além de funcionar praticamente 24h por dia.
Saiba quais são os acionistas da estatal com direito a receber os juros sobre o capital próprio (JCP).
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?