Nubank (ROXO34) vai investir R$ 45 bi no Brasil em 2026; veja prioridades
O investimento quase dobrou nos últimos dois anos, sustentado pelo crescimento do negócio.
A concorrência entre o Nubank (ROXO34) e os grandes bancos brasileiros ganhou novos contornos nos últimos dias, com a troca de farpas nas redes sociais.
Tudo começou há uma semana, depois que o CEO do Nubank, David Vélez, foi às redes sociais exaltar o crescimento do roxinho, mas sem deixar de alfinetar os bancões.
Vélez apresentou dados para mostrar que o Nubank ajudou a incluir brasileiros no sistema financeiro, aumentar a concorrência e reduzir os juros no setor.
E soltou: "Esses são os fatos, a despeito de muitas falsas narrativas lançadas por aqueles que não estão tolerando muito bem a competição e a transformação do setor".
Além disso, afirmou que "o Nubank tem sido o MAIOR pagador de imposto de renda entre as instituições financeiras brasileiras, considerando valores brutos e relativos (taxa efetiva)".
Os bancos, no entanto, não gostaram do post e reagiram nessa quinta-feira (4), por meio de uma nota da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) que também foi publicada no LinkedIn.
No post, a Febraban diz que analisou os números do Nubank e encontrou um "um quadro REAL bem diferente" do exibido por Vélez.
Segundo a entidade, os números do roxinho "em nada, se identificam com saúde financeira", pois combinariam "elevadas taxas de juros, alto patamar de inadimplência e forte impacto no endividamento dos seus clientes".
"O Nubank pratica o dobro de taxas de juros dos grandes bancos, tem inadimplência 3 a 7 vezes maior e níveis bem superiores de lucratividade, mas ZERO investimento em atendimento presencial ou programas sociais", disparou a Febraban.
A Febraban ainda rebateu a declaração de Vélez de que o Nubank paga mais impostos, dizendo que o peso dos tributos ainda é maior para os bancos e publicando dados que tentam comprovar essa afirmação.
Em nota, o Nubank disse que já apresentou sua posição e dados e não ficar respondendo ao que chamou de "ataques".
"Queremos agora focar nossa energia no que mais gostamos: continuar oferecendo os melhores produtos e serviços financeiros no mercado", afirmou.
Veja o post do CEO do Nubank:
E a resposta dos bancos:
O investimento quase dobrou nos últimos dois anos, sustentado pelo crescimento do negócio.
Torcedores votam para escolher o novo nome do estádio, que começa a ser alterado em maio.
O CEO do Nubank, David Vélez, se reuniu com o príncipe herdeiro de Abu Dhabi.
O Inter Miami inaugurou o Nu Stadium com 26,7 mil torcedores, empate de 2 a 2 e obra ainda incompleta.
O roxinho está na fase final da disputa pelo BCG Brasil, a subsidiária brasileira do maior banco de Portugal.
Fintech pode substituir contrato da Allianz e ampliar presença em marketing esportivo.
O banco digital lançou o "Ganhar Cripto", plataforma de staking de Solana com rendimento de 6% direto no app.
Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú, recomendou a entrada do Nubank na Febraban e o conselho aprovou por unanimidade.
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