BB (BBAS3) lidera captação de R$ 1,5 bi no Eco Invest Brasil para projetos na Amazônia
O banco liderou captação de R$ 1,5 bilhão com alavancagem de 4x para viabilizar R$ 6,4 bilhões em projetos na Amazônia Legal.
🤑 Uma boa notícia para os acionistas do Banco do Brasil (BBAS3) acontece nesta quarta-feira (21), com a antecipação de R$ 516,3 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), quantia correspondente a R$ 0,09 por ação.
Isso porque a estatal decidiu antecipar os proventos a serem pagos aos investidores referentes aos resultados apurados no segundo trimestre de 2025.
Só que para ter direito a essa bolada de dinheiro, os acionistas do banco precisarão atender à data-com no próximo dia 2 de junho (segunda-feira). Ou seja, a partir do dia 3 de junho de 2025 (terça-feira), as ações BBAS3 negociadas na bolsa brasileira não darão mais acesso (data-ex)) ao JCP mencionado.
Por sua vez, os investidores do Banco do Brasil só verão o dinheiro caindo automaticamente em suas contas no dia 12 de junho de 2025, lembrando que, por se tratar de JCP, haverá cobrança de imposto de renda com alíquota de 15%.
No último dia 15 de maio, a instituição financeira comunicou o pagamento de R$ 1,91 bilhão em JCP, ou cerca de R$ 0,33 por ação, cuja data-com também acontece no próximo dia 2 de junho e o pagamento previsto no dia 12 de junho.
Segundo dados do Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em BBAS3 há 10 anos, hoje você teria R$ 3.666,60, já considerando o reinvestimento dos dividendos. A simulação também aponta que o Ibovespa teria retornado R$ 2.500,00 nas mesmas condições.
➡️ Leia mais: Banco do Brasil (BBAS3) pagará R$ 1,91 bilhão em JCP; saiba como receber
O banco liderou captação de R$ 1,5 bilhão com alavancagem de 4x para viabilizar R$ 6,4 bilhões em projetos na Amazônia Legal.
A principal vantagem do Tesouro Reserva é o seu vencimento em 10 anos, além de funcionar praticamente 24h por dia.
Saiba quais são os acionistas da estatal com direito a receber os juros sobre o capital próprio (JCP).
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
Com uma queda de 53% na base anual, e o guidance revisado para baixo, o espaço para proventos extras desapareceu, segundo o CFO do banco.
Analistas alertam para aumento do risco de crédito e ações oscilam forte na B3.
Com ROE de 7,3% no período, o Banco do Brasil fica abaixo dos pares, pressionado pela inadimplência no setor agropecuário.
Somados aos R$ 400 milhões já pagos na última segunda-feira (11), o banco distribui R$ 866 milhões em proventos do 1T26.
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