Banco do Brasil (BBAS3) pagará R$ 0,05 por ação em junho de 2026
Saiba quais são os acionistas da estatal com direito a receber os juros sobre o capital próprio (JCP).
O Banco do Brasil (BBAS3) vai distribuir até 45% do lucro líquido deste ano de 2025 para os seus acionistas. Por isso, prevê ao menos oito pagamentos de dividendos e JCP (Juros sobre o Capital Próprio) nos próximos meses.
💰 Segundo guidance divulgado nesta quarta-feira (19), o Banco do Brasil espera lucrar de R$ 37 bilhões a R$ 41 bilhões neste ano e vai trabalhar com um payout de 40% a 45%. Os dividendos da instituição, portanto, devem girar em torno de R$ 15 bilhões a R$ 18 bilhões.
O valor exato vai depender dos resultados, condição financeira, necessidade de caixa, apetite e tolerância a riscos, metas e projeções de capital, perspectivas dos mercados de atuação, oportunidades de investimento, manutenção e expansão da capacidade operacional do banco.
Leia também: Banco do Brasil (BBAS3) lucra R$ 9,58 bi no 4T24, acima do esperado
O Banco do Brasil adiantou, por sua vez, que esses proventos serão distribuídos por meio de oito pagamentos. Isto é, um pagamento antecipado e um pagamento complementar para cada trimestre do ano.
🗓️ No caso deste primeiro trimestre, por exemplo, um provento antecipado deve ser anunciado já no dia 26 de fevereiro, isto é, na próxima quarta-feira. Já o pagamento complementar deve ser declarado em maio.
Para ajudar seus acionistas a se preparar para esses pagamentos, o Banco do Brasil publicou nesta quarta-feira (19) o calendário de dividendos deste ano. Confira:

O Banco do Brasil distribuiu um total de R$ 15,2 bilhões em dividendos e JCP com base nos resultados de 2024, o que corresponde a um payout de 45%.
A última parcela desse provento foi anunciada nesta quarta-feira (19), no valor total de R$ 2,7 bilhões. Veja aqui os detalhes.
Em 2024, o lucro líquido ajustado do Banco do Brasil cresceu 6,6% e alcançou R$ 37,9 bilhões.
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Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
Com uma queda de 53% na base anual, e o guidance revisado para baixo, o espaço para proventos extras desapareceu, segundo o CFO do banco.
Analistas alertam para aumento do risco de crédito e ações oscilam forte na B3.
Com ROE de 7,3% no período, o Banco do Brasil fica abaixo dos pares, pressionado pela inadimplência no setor agropecuário.
Somados aos R$ 400 milhões já pagos na última segunda-feira (11), o banco distribui R$ 866 milhões em proventos do 1T26.
O banco irá divulgar seus números do 1º trimestre de 2026 nesta quarta-feira (13).
Analistas se debruçam para estimar quanto será o lucro líquido e as taxas dos indicadores fundamentalistas.
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