B3SA3 lucra R$ 1,5 bilhão no 1T26, com a bolsa de valores brasileira em recorde
B3 atinge a maior receita trimestral da sua história, com destaque para volume de investimentos em renda variável.
📈 A B3 (B3SA3), principal bolsa de valores do Brasil, registrou uma queda de 3,9% no volume financeiro médio diário de ações em outubro de 2024, comparado ao mesmo período do ano anterior, fechando em R$ 22,3 bilhões.
A comparação com setembro mostrou uma retração de 3,1%, refletindo ajustes nas expectativas do mercado em meio a um cenário econômico ainda incerto.
Apesar da queda no volume de negociações em ações, a B3 continua registrando crescimento no número de contas de investidores.
Em outubro, o total de contas na depositária alcançou 6,045 milhões, um aumento de 5,6% nos últimos 12 meses.
A quantidade de investidores individuais também subiu, chegando a 5,230 milhões, marcando um crescimento anual de 6,9%.
Em contrapartida, a quantidade de empresas listadas teve uma leve redução, de 449 para 426, sinalizando uma concentração maior dos investidores nas ações já listadas.
No segmento de futuros, que abrange operações em juros, moedas e commodities, o volume médio diário caiu significativamente, com uma retração de 26% em relação ao ano anterior, fechando em R$ 5,578 bilhões.
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Entretanto, a receita média por contrato teve uma alta expressiva de 23,4%, alcançando R$ 1,638, refletindo uma valorização dos contratos negociados.
O mercado de balcão foi um dos destaques positivos no período, com novas emissões de renda fixa subindo 17,2% ano a ano, atingindo R$ 1,762 trilhão.
O estoque total de renda fixa também apresentou crescimento, subindo 25,4% e alcançando R$ 7,576 trilhões.
O cenário atual da B3 mostra um mercado de ações com volumes de negociação mais moderados, enquanto o interesse em renda fixa segue robusto.
Esse movimento reflete a busca dos investidores por estabilidade e retorno em um ambiente econômico desafiador.
A capitalização média de mercado também teve uma alta de 7,8%, situando-se em R$ 4,530 trilhões, o que reforça o potencial de valorização dos ativos listados, mesmo diante de uma queda no número de empresas presentes na bolsa.
📈 As variações nos volumes e no perfil dos investimentos indicam uma fase de ajustes e consolidação na B3, com sinais mistos que refletem tanto uma demanda crescente por segurança na renda fixa quanto um momento de adaptação no segmento de ações.
B3 atinge a maior receita trimestral da sua história, com destaque para volume de investimentos em renda variável.
Cícero Vieira é o novo sócio e consultor estratégico da A5X, que prepara nova bolsa de derivativos para o Brasil.
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Apenas em março, o saldo positivo já soma R$ 7,05 bilhões, contra R$ 3,1 bilhões no mesmo mês de 2025.
As ações serão negociadas com direito ao provento até 31 de março, passando à condição ex-JCP a partir de primeiro de abril.
O volume financeiro médio diário no mercado à vista atingiu R$ 37,3 bilhões, alta de 50,1% frente a fevereiro de 2025.
A CVM autorizou o Regime Fácil na B3 para empresas com até R$ 500 mi de faturamento captarem com menos burocracia a partir de 16 de março.
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