É hora das empresas betas? Itaú BBA monta lista com ações prontas para Selic menor
No mundo dos investimentos, o "Beta" é a medida de volatilidade e o risco sistemático de uma empresa em relação ao seu índice de referência.
📃 Em comunicado ao mercado, a B3 (B3SA3) informou que estima um aumento em seus desembolsos totais para o próximo ano, projetando um valor entre R$ 2,84 bilhões e R$ 3,22 bilhões para 2025, superior à faixa estimada para 2024, que varia entre R$ 2,6 bilhões e R$ 2,94 bilhões.
Além disso, a B3 revisou suas projeções de gastos para cima. As despesas ajustadas devem ficar entre R$ 2,26 bilhões e R$ 2,45 bilhões, enquanto as atreladas ao faturamento devem variar entre R$ 340 milhões e R$ 440 milhões, valores superiores aos estimados anteriormente.
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📅 Em reunião realizada na última sexta-feira (13), o Conselho de Administração da B3 aprovou o novo guidance para o exercício de 2025. Conforme divulgado em ata, o documento prevê uma alavancagem financeira de até 2,1 vezes o Ebitda ajustado dos últimos 12 meses, além da distribuição de 90% a 110% do lucro líquido aos acionistas.
Essa projeção representa uma revisão em relação às expectativas anteriores, que indicavam uma alavancagem de até 2,3 vezes o Ebitda para 2024. Adicionalmente, ainda foi aprovado um novo programa de recompra de ações, autorizando a aquisição de até 380 milhões de ações ordinárias. O programa terá duração máxima de 15 meses, encerrando-se em 28 de fevereiro de 2026.
O Goldman Sachs elevou sua recomendação para as ações da B3 (B3SA3), passando de neutra para compra. O banco justifica essa decisão ao destacar a diversificação das fontes de receita da administradora da bolsa, que agora depende menos do volume de negociação de renda variável.
Embora não vislumbre catalisadores de curto prazo para o papel, o Goldman Sachs destaca o atrativo dos dividendos da B3, que podem chegar a 10% do valor da ação.
🏦 Além de elevar a recomendação para as ações da B3, o banco estabeleceu um preço-alvo de R$ 12 para o papel, o que representa um potencial de valorização de 23% nos próximos 12 meses, considerando o preço atual de R$ 9,78.
Em seu relatório, o banco destaca que, embora não haja catalisadores positivos no curto prazo, os principais riscos associados a um cenário de juros mais altos no Brasil já estariam refletidos no preço das ações.
Apesar do ambiente desafiador caracterizado por um menor volume de negociação de renda variável, a B3 projeta encerrar o ano com um crescimento de receita de um dígito, revertendo a tendência de estabilidade dos dois anos anteriores.
No mundo dos investimentos, o "Beta" é a medida de volatilidade e o risco sistemático de uma empresa em relação ao seu índice de referência.
Os dividendos da semana somam mais de R$ 4 bilhões e chegam a R$ 0,87 por ação.
A B3 aprovou R$ 378 milhões em JCP e mais R$ 750 milhões em JCP extraordinários.
O mais recente boletim da B3 destaca o rápido crescimento dos ETFs de renda fixa, que fogem do 'come-cotas'.
Companhia conseguiu cancelar duas multas e deixou de ter que pagar cerca de R$ 2,2 bilhões à Receita Federal.
A companhia venceu uma disputa de R$ 2,2 bilhões contra o Fisco no Carf, livrando-se de cobranças tributárias milionárias.
A gestão da companhia passou por uma mudança no trimestre com a nomeação de Christian Egan para o cargo de CEO em junho.
Trata-se de um índice criado para quem gosta de buscar oportunidades em empresas de crescimento.
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