Azzas 2154 (AZZA3) nega possível divisão da empresa entre Birman e Jatahy; entenda
Birman e Jatahy afirmaram que não mantêm qualquer interação, negociação ou discussão sobre os temas citados, segundo a companhia.
🚨 A recém-formada Azzas 2154 (AZZA3), resultado da fusão entre Grupo Soma e Arezzo&Co, entregou um desempenho financeiro acima das expectativas no primeiro trimestre de 2025.
A companhia reportou lucro líquido recorrente de R$ 117,7 milhões, avanço de 15,6% na comparação anual, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (8).
O número veio bem acima da projeção média de R$ 79 milhões estimada por analistas consultados pela Lseg, indicando que os ganhos com sinergias e a força das marcas vêm se materializando.
No lado operacional, o destaque foi o Ebitda recorrente de R$ 427,7 milhões, o que representa crescimento de 23,3% frente ao mesmo trimestre do ano passado. A margem Ebitda também avançou, de 14,7% para 15,9%, refletindo ganhos de escala e maior eficiência nas operações.
Analistas esperavam um Ebitda de R$ 373 milhões, segundo dados da Lseg — o que reforça a surpresa positiva no balanço.
A receita bruta da Azzas 2154 somou R$ 3,26 bilhões no trimestre, alta de 16,1% na comparação anual.
O número já desconsidera as marcas descontinuadas Dzarm, Reversa e Simples, que foram encerradas como parte do processo de integração e racionalização de portfólio.
A medida faz parte da estratégia da nova companhia de focar nas marcas mais rentáveis e com maior poder de escala, como Arezzo, Schutz, Farm, Animale e Reserva.
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O resultado do 1T25 é o primeiro grande teste para a Azzas como empresa combinada, após a conclusão da fusão entre as duas gigantes do varejo de moda.
A operação criou um dos maiores conglomerados do setor no Brasil, com receita anual superior a R$ 12 bilhões e dezenas de marcas de apelo nacional e internacional.
Apesar do bom começo, investidores acompanham de perto a evolução da integração das operações, o controle de despesas e a captura das sinergias prometidas no momento da fusão.
📊 A expectativa do mercado é de que 2025 seja um ano-chave para consolidação da nova estrutura, com foco em:
Birman e Jatahy afirmaram que não mantêm qualquer interação, negociação ou discussão sobre os temas citados, segundo a companhia.
O órgão regulador exigiu explicações sobre uma notícia publicada no jornal O Globo.
Kameyama está de saída em menos de um ano à frente da área, em mais um capítulo de uma série de mudanças no comando da varejista.
Conglomerado de vestuário, dono de marcas como Arezzo, Hering, Reserva, entre outras, gera caixa recorde.
Estão em jogo a distribuição de lucros aos acionistas na ordem de R$ 320 milhões.
Varejista de vestuário é dona de 28 marcas, entre as quais Arezzo, Hering, Soma e Reserva.
Holding, dona de conglomerado de marcas de vestuário, anuncia a saída de membro da família fundadora da Hering.
O adiamento ocorre em meio a um cenário de expectativas elevadas sobre a gestão financeira da companhia.
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