Americanas (AMER3) avança para saída da recuperação judicial, mas ações caem forte
Varejista reduziu prejuízo no 1T26 e já recebeu parecer favorável do Ministério Público.
A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) publicou nesta quinta-feira (4) a lista de empresas que estão em débito com a autarquia. A relação conta com oito companhia abertas, inclusive a Americanas (AMER3).
🗓️ Segundo a CVM, são consideradas inadimplentes as companhias que há pelo menos três meses não apresentam um dos seguintes documentos periódicos:
"Na lista constam as companhias abertas que não apresentaram, até a data de hoje, os documentos acima mencionados, com vencimento de entrega anterior a 4/10/2023", afirmou a CVM.
Não fazem parte da lista as companhias que estão em situação de falência ou liquidação, nem as que estão com o registro suspenso na CVM.
Veja as companhias consideradas inadimplentes pela CVM:
🚨 Segundo a CVM, "o objetivo desse comunicado é alertar aos investidores e ao público em geral que considerem essa informação nas suas relações com as citadas companhias abertas, ou nas suas decisões de investimento".
A Americanas consta na lista de inadimplentes da CVM porque ainda não apresentou os balanços referentes aos três primeiros trimestres de 2023. A divulgação dos resultados financeiros estava prevista para ocorrer em 29 de dezembro de 2023, mas foi adiada até 31 de janeiro de 2024.
Em fato relevante publicado em 19 de dezembro, a Americanas alegou que a preparação e a revisão dos balanços trimestrais de 2023 estavam sujeitas à finalização das demonstrações financeiras de 2022 e da reapresentação das demonstrações financeiras de 2021, o que ocorreu só em 16 de novembro de 2023.
A Americanas comunicou o novo adiamento da publicação dos balanços trimestrais de 2023 no mesmo dia em que aprovou o seu plano de recuperação judicial em assembleia geral de credores. O plano prevê a capitalização da empresa em até R$ 24 bilhões e o pagamento dos credores com prazos que variam de 30 dias a 20 anos.
Varejista reduziu prejuízo no 1T26 e já recebeu parecer favorável do Ministério Público.
A venda integrou o desinvestimento da Natural da Terra, que foi adquirida pela Americanas em 2021 pelo montante de R$ 2,1 bilhões.
O pedido vem três anos após a empresa protagonizar um dos maiores casos de fraude da história do mercado de capitais brasileiro.
A varejista entrou em recuperação judicial em 2023 após a descoberta de uma fraude bilionária que abalou sua credibilidade.
A emissão foi formalizada por meio de escritura celebrada entre a companhia.
Instalada no shopping desde 1981, a loja ocupava um espaço de mais de 1.500 metros quadrados na entrada principal do empreendimento.
A venda está alinhada à estratégia de priorizar as atividades de varejo, diz a empresa.
O número de clientes ativos voltou a cair em dezembro, chegando a 40,83 milhões, abaixo dos 41,71 milhões registrados em novembro.
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