GPA (PCAR3) tem prejuízo de R$ 1,4 bilhão no 1T26
A margem bruta também evoluiu, atingindo 30,4%, impulsionada pela estratégia de priorizar operações mais rentáveis.
🚨 As ações do GPA (PCAR3) registraram uma disparada de 18,99% nesta segunda-feira (16), alcançando R$ 2,82 por volta das 13h02 (horário de Brasília).
O movimento reflete a crescente expectativa do mercado em relação ao empresário Nelson Tanure, que adquiriu 9% da companhia, segundo fontes do setor.
De acordo com informações, Tanure está em processo de aquisição da rede de supermercados Dia, atualmente controlada pelo fundo Lyra II.
Paralelamente, o empresário iniciou consultas com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para viabilizar uma possível fusão entre o GPA e a rede Dia, que conta com mais de 200 pontos de venda.
O aval inicial do Cade é esperado para o primeiro trimestre de 2025, caso os trâmites avancem conforme planejado.
A fusão poderia consolidar uma rede de mais de 900 lojas em território nacional, criando sinergias significativas e fortalecendo a posição de ambas as marcas no varejo alimentar.
Além da aquisição de Tanure, a gestora Reag também ampliou sua participação no GPA, atingindo 5,69% do capital social da empresa, equivalente a 27.902.597 ações ordinárias.
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A gestora ainda possui derivativos com exposição a 3,87% das ações, totalizando uma posição de 9,56%.
O interesse de Tanure e da Reag no GPA pode sinalizar uma reestruturação estratégica para alavancar a companhia, que vem enfrentando desafios nos últimos anos.
A fusão com a rede Dia tem potencial de revitalizar o GPA, aumentando sua competitividade e otimizando operações.
No entanto, analistas alertam para os desafios regulatórios e operacionais que a consolidação pode enfrentar, especialmente em relação à aprovação do Cade e à integração das operações.
📈 O aumento no preço das ações reflete a confiança de investidores na capacidade de Tanure em transformar o GPA em um player ainda mais relevante no varejo brasileiro.
A margem bruta também evoluiu, atingindo 30,4%, impulsionada pela estratégia de priorizar operações mais rentáveis.
Acordo faz parte do plano de recuperação extrajudicial do Grupo Pão de Açúcar.
Grupo varejista diz que acordo com credores prevê ajuste no perfil da dívida e que operações seguem normalmente.me
A empresa destacou que suas lojas continuarão operando normalmente, uma vez que as operações são consideradas saudáveis.
Segundo a empresa, o objetivo é avaliar diferentes alternativas que possam melhorar o perfil de seu endividamento.
Taxas oferecidas pelos títulos de renda fixa da rede varejista disparam no mercado secundário.
No trimestre, o prejuízo das operações continuadas totalizou R$ 523 milhões.
O anúncio foi feito na última segunda-feira (27) em comunicado ao mercado.
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