Bitcoin busca recuperação e desponta como o melhor investimento de julho; veja ranking
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
As sete maiores empresas do mundo podem respirar aliviadas durante a tarde desta quarta-feira (9). Depois que Donald Trump decidiu suspender o tarifaço por 90 dias, as ações dessas companhias começaram a reagir nas bolsas de valores dos Estados Unidos.
Às 16h, o índice Nasdaq, que carrega as principais ações da bolsa, operava com alta de quase 10%. Já em NYSE, a performance era positiva em 6%, enquanto o S&P 500 crescia 8%.
Na comparação individual, a maior beneficiada no pregão desta quarta é a Tesla que avança 20% no pregão. Durante a manhã, sua cotação estava próxima de US$ 230, mas agora já negocia acima de US$ 260.
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As Sete Magníficas tiveram as seguintes altas:
Ainda no campo da tecnologia, o Bitcoin (BTC) também reagiu à decisão de Trump, avançando de maneira forte nesta tarde. A principal criptomoeda do mercado subia quase 8%, retomando o patamar de US$ 82 mil perdido na semana passada.
O índice CoinDesk 20, que reúne os 20 maiores tokens digitais do mundo, avançava 11%, para 2.414 pontos. A melhor performance era da XRP (XRP) que acelerou 12% no intervalo de uma hora.
Entre as companhias brasileiras que negociam suas ações nos EUA, o destaque fica com o Nubank (NUBR34) que também apresenta forte variação positiva. O bando digital avançou 8,5% durante a tarde, para US$ 10,80.
Com o resultado, a fintech praticamente zera os prejuízos acumuladosnas últimas semanas, retomando ao mesmo patamar do começo de março. O valor de mercado do Nubank é de US$ 51,4 bilhões.
As ações da XP Investimentos (XPBR31) também apresentam panorama positivo em mais de 5%, para US$ 13,40. Já o Pagseguro (PAGS34) avança quase 10%, para US$ 8,35 em NYSE.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
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