Vale (VALE3) esclarece avaliação de ativos e descarta entrada na Bamin
A mineradora ressaltou que não possui interesse em adquirir participação na Bamin.
A Vale (VALE3) concluiu a aquisição da Aliança Energia há apenas seis meses. Contudo, já considera a possibilidade de vender 70% da elétrica.
💡 Em fato relevante publicado nesta sexta-feira (14), a Vale disse que "está avaliando potencial alienação de 70% de participação na Aliança Energia, incluindo os ativos de energia Sol do Cerrado e Consórcio Candonga, presentes no portfólio da Companhia".
A transação está em negociação com a GIP (Global Infrastructure Partners), um fundo americano de investimentos em infraestrutura. O valor do negócio, contudo, não foi revelado.
A Vale acrescentou apenas que "não há qualquer instrumento vinculante firmado quanto à alienação e que qualquer decisão nesse sentido será tomada em conformidade com as políticas e regras de governança da Companhia".
Leia também: Vale (VALE3) vai anunciar investimento de R$ 70 bi ao lado de Lula
A Aliança Energia é uma geradora privada de energia elétrica, criada pela Vale e pela Cemig (CMIG4) em 2015. A companhia detém sete usinas hidrelétricas em Minas Gerais, dois complexos eólicos no Rio Grande do Norte e um complexo eólico no Ceará.
💲 A Vale detinha 55% da Aliança Energia até 2024, quando fez um acordo de R$ 2,7 bilhões para adquirir os outros 45% da elétrica, que pertenciam à Cemig. O negócio foi anunciado em março e concluído em agosto do ano passado.
Ao anunciar o acordo com a Cemig, a Vale havia dito que o volume de geração da Aliança Energia era estratégico para a manutenção de uma matriz energética baseada em fontes renováveis no Brasil.
Além disso, a mineradora apontou a aquisição como um "passo importante para a criação de uma plataforma de energia, que potencialmente contemplará outros ativos do portfólio da Vale".
A Vale vinha, então, procurando parceiros para essa plataforma entre os principais players do mercado de energia brasileira. Contudo, ainda não havia anunciado nenhuma parceria para o negócio.
A mineradora ressaltou que não possui interesse em adquirir participação na Bamin.
O fundo do BB vê a troca de Stieler como renovação natural, alinhada à demanda do mercado por mais independência institucional.
A AGE foi convocada a pedido da Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil que possui cerca de 10% do capital social da Vale.
A empresa produziu 26 milhões de toneladas de minério de ferro por meio de iniciativas de circularidade em 2025.
A Previ pede a saída de Daniel André Stieler do conselho e indica José Mauricio Pereira Coelho para a vaga até o fim do mandato.
A Vale Base Metals deve entregar 28% do Ebitda consolidado da Vale em 2026.
Banco destaca múltiplos atrativos e dividend yield superior ao de concorrentes globais.
O presidente criticou a Vale por comprar navios na China e disse que vai cobrar explicação pessoalmente do CEO, Gustavo Pimenta.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?