Vivo (VIVT3) entrega melhor 1º trimestre em dois anos com lucro de R$ 1,26 bilhão
A operadora lucrou R$ 1,26 bilhão no 1T26, alta de 19%, impulsionada por pós-pago, fibra e investimentos de R$ 2 bilhões em 5G.
Dona da Vivo, a Telefônica (VIVT3) registrou um lucro líquido de R$ 1,22 bilhão no segundo trimestre deste ano. O resultado é 8,9% maior do que o do mesmo período de 2023.
📞 Em balanço publicado nesta segunda-feira (29), a companhia disse que a alta no lucro se deve à "sólida evolução do EBIT (+8,7% a/a), além da redução da despesa financeira líquida (-27,6% a/a)".
O resultado ainda foi acompanhado por uma alta de 7,4% da receita operacional líquida, que atingiu R$ 13,6 bilhões no segundo trimestre deste ano.
A cifra foi impulsionada pelo segmento de telefonia móvel, mas também pela fibra óptica. A Telefônica terminou o trimestre com 114,7 milhões de acessos, sendo 100,9 milhões de acessos móveis. Em fibra, atingiu 6,5 milhões de domicílios conectados.
Com isso, o Ebitda cresceu 7,3%, para R$ 5,45 bilhões. A margem Ebitda se manteve em 39,9%.
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💰 A Telefônica promete distribuir um valor igual ou superior a 100% do lucro líquido deste ano aos seus acionistas.
Por isso, já pagou R$ 2,19 milhões em JCP (Juros sobre o Capital Próprio) aos seus acionistas em 2024. Além disso, fez uma redução de capital de R$ 1,5 bilhão, mediante restituição aos acionistas, e investiu R$ 447 milhões na recompra de ações.
A companhia ainda anunciou, no último dia 15 de julho, a distribuição de R$ 650 milhões em JCP. Isto é, o equivalente a um valor bruto de R$ 0,39 por ação. O JCP será pago até o dia 30 de abril de 2025 para os acionistas registrados na última sexta-feira (26).
A operadora lucrou R$ 1,26 bilhão no 1T26, alta de 19%, impulsionada por pós-pago, fibra e investimentos de R$ 2 bilhões em 5G.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 27 de abril de 2026.
A operadora passou a oferecer parcelamento em até 21 vezes para a compra de aparelhos celulares, acessórios e eletrônicos em geral.
Mercado brasileiro mais concentrado ajuda desempenho da operadora; JP Morgan, porém, escolhe concorrente.
Empresa de telefonia, dona da marca Vivo, pagará juros sobre o capital próprio (JCP).
A dona da Vivo aprovou mais uma redução de capital, mediante restituição aos acionistas.
O executivo assumirá novas responsabilidades como Chief Financial Officer.
A base de clientes pós-pagos aumentou 6,5% em 12 meses.
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