Raízen aprova capitalização de R$ 39,8 bi e vai se dividir em duas empresas
A companhia aprovou em assembleia o aumento de capital de até R$ 39,8 bilhões e a redução de capital que vai separar seus negócios.
📉 O Ibovespa até que ensaiava uma recuperação até o início da tarde nesta quinta-feira (22), chegando a flertar com os 139 mil pontos. Entretanto, o bom humor do mercado escafedeu-se rapidamente após o anúncio de um IOF mais caro e levou o famoso índice acionário brasileiro a fechar aos 137.272.59 pontos, baixa de −0,44%.
Isso porque, perto do final do pregão, os investidores foram bombardeados com manchetes de que o governo Lula planejava aumentar a cobrança do IOF, o que mexe diretamente com as movimentações financeiras. Acabou que a informação teve confirmação dos ministérios da Fazenda e do Planejamento.
Apesar de todo o fuzuê, as ações da Raízen (RAIZ4) engataram o seu segundo dia consecutivo de fortes ganhos. Dessa vez, o ganho de capital superou os +12%. O motivo por trás da forte demanda pelas ações da produtora de açúcar e etanol tem a ver com a transferência de mais um grupo de projetos de usinas de geração solar distribuída para o Pátria Investimentos.
Por sua vez, o dólar à vista terminou o dia valendo R$ 5,66, avanço de +0,33%, à medida que o mercado também reagiu ao contingenciamento de R$ 31,3 bilhões no Orçamento de 2025, aliado à demora do governo em dar detalhes sobre o aumento do IOF.
💸 A volatilidade foi quem deu as cartas hoje em Wall Street, com o principal termômetro do mercado de ações americano, o S&P 500 fechando praticamente em cima do muro, à medida que não para de piscar na tela dos investidores globais os altos rendimentos pagos pelos títulos do governo dos Estados Unidos, ao redor de 5% ao ano, em vencimentos de longuíssimo prazo.
Garimpando entre as startups listadas na bolsa americana, saltou aos olhos o desempenho das ações da IonQ (IONQ), que chegaram a subir acima de +40%, com especulações em torno do mercado de computação quântica.
➡️ Leia mais: Ação da IonQ decola 40% em 1 dia com o plano apelidado: a Nvidia da computação quântica
A companhia aprovou em assembleia o aumento de capital de até R$ 39,8 bilhões e a redução de capital que vai separar seus negócios.
O fundo Mubadala e a FS avaliaram comprar créditos de credores da Raízen, em meio a uma reestruturação de R$ 65 bilhões em dívidas.
A Raízen e suas controladas fecharam uma transação de R$ 22,4 bilhões com PGFN e Receita Federal.
Com 71,3 milhões de ações preferenciais, a gestora SPX passou a deter 5,25% das ações emitidas da companhia.
O aumento de capital integra o plano de recuperação extrajudicial e prevê novos tickers na B3.
A proposta prevê a emissão de ao menos 14 bilhões de ações ordinárias e preferenciais.
Nesta segunda (19), a CVM aprovou a conversão do registro da Raízen Energia para a categoria A, etapa da recuperação extrajudicial.
A produtora de açúcar e etanol, bancada pelos acionistas majoritários Cosan (CSAN3) e Shell, atravessa reorganização societária.
Cadastre sua conta
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?