Petrobras (PETR4) busca acordo com a estatal de petróleo do México; entenda
A ideia é usar a tecnologia para exploração de petróleo em águas profundas no Golfo do México.
A Petrobras (PETR4) promoveu na última segunda-feira (21) um encontro com investidores para esclarecer como são tomadas as decisões de investimento e aquisição na estatal. O objetivo é aumentar a transparência e fortalecer a confiança do mercado, já que essas decisões têm grande impacto.
🗣️ O Safra avaliou positivamente os controles e a cultura da empresa. “Recursos como múltiplas camadas de validação e aprovação, premissas macro unificadas e informações técnicas e econômicas fornecidas por áreas que não estão diretamente envolvidas em um projeto específico devem funcionar para evitar erros cometidos no passado que levaram à alocação de capital antieconômica e perdas financeiras”, comentou.
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O Itaú BBA destacou a solidez da governança de investimentos da Petrobras como um elemento fundamental para sua visão positiva sobre a empresa. As recentes reuniões reforçaram a compreensão do banco sobre o processo de aprovação de projetos e aquisições da companhia.
💬 A governança corporativa tem sido um tema central nas conversas do Itaú BBA com investidores, que buscam uma compreensão mais profunda da tese de investimento em meio à intensa volatilidade de notícias. Por isso, o banco acolheu positivamente a iniciativa da empresa em detalhar esse aspecto e manteve sua recomendação de compra para as ações PETR4, com preço-alvo de R$ 48.
Já o JPMorgan avaliou a reunião de forma positiva, destacando o tom confiante da Petrobras ao reiterar a solidez e independência dos diversos agentes envolvidos na análise de projetos. O banco ressaltou que essa estrutura, que mantém uma separação de funções entre as áreas permanece inalterada e manteve recomendação de compra para PETR4, com preço-alvo de R$ 46,50.
A ideia é usar a tecnologia para exploração de petróleo em águas profundas no Golfo do México.
A Prio e Brava Energia também viram suas ações subirem após a cotação do petróleo disparar.
Para Magda Chambriard, os atuais níveis de preço da commodity acima dos US$ 100 por barril não se sustentam.
A estatal fechou acordo de até R$ 1,45 bilhão para adquirir 100% do campo de Argonauta e consolidar 98% da Jazida de Jubarte.
O índice subiu 0,24% com suporte da Petrobras e do Brent a US$ 95, em pregão de volume fraco pela véspera do feriado.
Só a estatal pagará R$ 8,1 bilhões em JCP para os acionistas registrados na 4ª feira (22).
Estatal também alerta para impactos da reforma tributária, que entra em vigor neste ano.
Só a Petrobras pagará R$ 8 bilhões em JCP, o equivalente a um valor bruto de R$ 0,65 por ação.
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