Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
🐸 A criptomoeda baseada no meme do sapo Pepe (PEPE) decolou 35% no acumulado dos últimos sete dias, negociada a R$ 0,00006089, conforme dados da CoinMarketCap. Isso demonstra que as principais memecoins estão se recuperando e podemos estar próximos do início da altseason.
Vale lembrar que PEPE é a memecoin preferida pelos brasileiros e deve estar enriquecendo muitos deles neste novo ciclo de valorização na reta final de setembro.
O relatório da Bitso do primeiro semestre do ano revelou que o PEPE é a segunda maior posição na carteira de criptomoedas dos brasileiros, logo atrás do Bitcoin (BTC). Em média, 60% da carteira do investidor brasileiro é composta por Bitcoin e 18% por altcoins.
Já em termos de rentabilidade, a moeda do sapo teve o seu maior valor desde o dia 3 de agosto, reverberando uma subida exponencial de 68% em relação à mínima local no dia 6 de setembro.
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Por sua vez, os volumes de negociação à vista de PEPE ultrapassaram a marca de US$ 1,3 bilhão no dia 27 de setembro, aumentando de 35% nas últimas 24 horas e 316% nos últimos sete dias.
🐶 Atualmente, PEPE é a terceira maior memecoin em valor de mercado. Todavia, no curto prazo, seu volume de negociação bateu até a moeda-meme do cachorro, o Dogecoin (DOGE), que é a maior do mercado, em mais de US$ 700 milhões em volume.
Historicamente, valorizações expressivas no preço do BTC costumam anteceder uma redistribuição de liquidez para as altcoins, resultando em uma forte apreciação desse segmento de criptomoedas.
Para o BTG, a altseason não apenas amplia a visibilidade do mercado de criptoativos, como também ajuda a atrair novos fluxos de capital, expandindo seu alcance global.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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