Hypera (HYPE3) tem lucro de R$ 346,8 mi no 1T26 e pagará R$ 185 mi em JCP
A companhia reverteu o prejuízo de R$ 141 milhões do 1T25 e lucrou R$ 346,8 milhões no 1T26, impulsionada pela recuperação operacional.
Na contagem regressiva para o lançamento de versões genéricas do Ozempic, quem sai na frente é a Hypera (HYPE3). Pelo menos essa é a opinião do Bradesco BBI, que elevou sua recomendação de compra para os papéis da farmacêutica brasileira.
Os analistas do banco de investimentos colocaram um preço-alvo de R$ 28 para as ações da companhia, o que representa uma potencial alta de 30% em relação ao preço atual. Nesta sexta, o ticker é negociado por cerca de R$ 22, com alta de quase 2% no dia, de acordo com dados da B3.
O BBI destacou que a entrada da companhia no setor de genéricos de semaglutida é um dos motivos que o fizeram elevar a recomendação para os papéis. Além disso, o foco na otimização do capital de giro também trabalha a favor da empresa, que hoje vale quase R$ 20 bilhões na bolsa.
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Embora haja outros concorrentes que podem aproveitar a queda da patente da Novo Nordisk, os analistas destacaram que a Hypera foi a primeira a apresentar um pedido formal à Anvisa para produção do medicamento. Por isso, a expectativa é que a agência reguladora dê prioridade à solicitação da companhia em detrimento de suas rivais EMS e Eurofarma.
Entre outros pontos, eles também destacaram os números financeiros da empresa, que vêm surpreendendo o mercado.
“O sell-out de Ozempic/Wegovy chegou a R$ 4,9 bilhões nos últimos 12 meses até setembro, crescendo mais de 30% em relação ao ano anterior e representando cerca de 6% do mercado endereçável de R$ 80 bilhões da Hypera”, ressalta o relatório. “A companhia também alcançou sua meta de 60 dias de contas a receber, sem qualquer impacto relevante em seu desempenho de sell-out, que cresceu em linha com o mercado endereçável no período”, continua.
Mesmo com a queda brusca que apresentou em agosto, a empresa não fica devendo aos seus investidores. No acumulado deste ano, as ações registram uma valorização de 20%, segundo dados da B3.
A companhia reverteu o prejuízo de R$ 141 milhões do 1T25 e lucrou R$ 346,8 milhões no 1T26, impulsionada pela recuperação operacional.
Terão direito aos proventos os acionistas com posição em 31 de março de 2026, incluindo as ações emitidas no aumento de capital.
A operação previa a emissão de até 70.588.236 ações, diz o comunicado da empresa.
No trimestre, a receita líquida da companhia atingiu R$ 2,237 bilhões.
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