Oi (OIBR3): Superintendência do Cade aprova venda de serviços telefônicos à Método
Para que a transação seja 100% concluída, o processo ainda precisa cumprir etapas burocráticas.
Na noite de terça-feira (1º), a Oi (OIBR3) informou ao mercado que protocolou um pedido para um adiamento da sua recuperação judicial. A proposta busca estender os prazos para quitação de dívidas trabalhistas e com fornecedores, devido à não concretização dos resultados esperados com o plano de recuperação até o momento.
A proposta, que inclui a Oi S.A., a Portugal Telecom International Finance BV e a Oi Brasil Holdings Cooperatief UA, visa à redução de custos imediatos, diante do reconhecimento, pela nova gestão, da frustração de premissas regulatórias, financeiras e mercadológicas assumidas pela antiga administração.
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“A proposta também visa a redução do endividamento, de forma a aumentar a disponibilidade de recursos imediatos para manutenção das atividades da Companhia e garantir um fôlego financeiro para que a nova gestão possa adequar a estrutura de capital do Grupo Oi conforme a realidade financeira da companhia”, diz a empresa.
Ainda segundo o comunicado, a proposta será, oportunamente, levada à votação da Assembleia Geral de Credores e, em seguida, à homologação judicial, conforme determina a legislação aplicável. O documento destaca que os termos, condições e medidas incluídas na proposta ainda podem ser alterados.
Para que a transação seja 100% concluída, o processo ainda precisa cumprir etapas burocráticas.
A CVM iniciou julgamento de cinco ex-diretores por irregularidades contábeis de 2015 e 2016, com dois já condenados a R$ 400 mil cada.
O TJ-RJ rejeitou recursos de credores nesta terça-feira (25) e decretou a falência definitiva da operadora, encerrando sua recuperação judicial.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
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