Petrobras (PETR4) puxa Ibovespa para cima com Brent a US$ 95; dólar cai a R$ 4,97
O índice subiu 0,24% com suporte da Petrobras e do Brent a US$ 95, em pregão de volume fraco pela véspera do feriado.
A Petrobras (PETR4) terá que apresentar mais esclarecimentos ao Ibama para poder avançar com o plano de exploração de petróleo na Foz do Amazonas.
🔎 O Ibama pediu novos dados à estatal nesta terça-feira (14), por entender que ainda há "pendências e incertezas" nos planos de emergência e proteção à fauna apresentados pela companhia.
Em nota, a Petrobras disse que "irá atender a todos os questionamentos do Instituto, conforme vem fazendo desde o início do processo e em completo respeito às exigências do processo de licenciamento ambiental".
A Petrobras ainda deve participar de reuniões propostas pelo órgão ambiental, para esclarecimentos técnicos do processo de licenciamento, ao longo desta semana.
O Ibama aprovou no final de setembro o simulado de resposta a emergência realizado pela Petrobras na Foz do Amazonas. Contudo, pediu ajustes ao plano de proteção à fauna apresentado pela estatal para poder seguir com o processo de licenciamento ambiental da área.
🧾 Os ajustes foram apresentados com menos de 48 horas. Contudo, levantaram novos questionamentos nos técnicos do Ibama, levando ao ofício desta terça-feira (14).
O novo pedido de informações, no entanto, também ocorre depois que o MPF (Ministério Público Federal) cobrou a realização de um novo simulado de resposta a emergência na Foz do Amazonas.
O MPF argumenta que as normas de licenciamento ambiental exigem que as empresas determinem previamente a efetividade das suas estratégias de proteção ambiental. Por isso, recomendou que o Ibama revogue a aprovação do simulado e suspenda o processo de licenciamento ambiental até que um novo teste seja realizado pela Petrobras.
⛽ Apesar desses impasses, a Petrobras disse nesta terça-feira (14) que "segue confiante que a licença de operação será emitida em breve, como resultado do trabalho conjunto da companhia e do Ibama".
A companhia pretende perfurar poços exploratórios para avaliar o potencial petrolífero da Foz do Amazonas e, assim, definir se segue com a exploração de petróleo na região.
A Foz do Amazonas faz parte da Margem Equatorial, área que pode ter reservas de até 30 bilhões de barris de petróleo e gás, segundo as estimativas do governo.
A Petrobras pretende explorar essas e outras fronteiras de petróleo para repor as suas reservas. Afinal, há uma expectativa de que a produção do pré-sal entre em declínio a partir da próxima década.
O plano conta com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apesar da preocupação de boa parte da população de que a atividade gere impactos ambientais na Amazônia.
Leia também: Maioria dos brasileiros é contra exploração da Foz do Amazonas, diz Datafolha
O índice subiu 0,24% com suporte da Petrobras e do Brent a US$ 95, em pregão de volume fraco pela véspera do feriado.
Só a estatal pagará R$ 8,1 bilhões em JCP para os acionistas registrados na 4ª feira (22).
Estatal também alerta para impactos da reforma tributária, que entra em vigor neste ano.
Só a Petrobras pagará R$ 8 bilhões em JCP, o equivalente a um valor bruto de R$ 0,65 por ação.
O BofA elevou a recomendação para as ações da estatal de neutra para compra, elevando o preço-alvo de R$ 49 para R$ 65.
O índice chegou à máxima de 198.665 pontos pela manhã, com alta próxima de 1%, mas recuou ao longo do pregão.
A estatal comprou uma participação de 75% em um bloco offshore de São Tomé e Príncipe.
No total, empresa liberou R$ 42 bi relativos ao ano passado.
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