ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Uma das maiores gestoras de ativos do mundo, a Fidelity International, deu mais um passo no universo das criptomoedas com a listagem de seu ETP de Bitcoin (BTC) na Bolsa de Londres. No entanto, a negociação do novo ETP da Fidelity é restrita a investidores profissionais, em linha com as regulamentações da FCA (Financial Conduct Authority).
🪙 A Fidelity não foi a única empresa a aproveitar a oportunidade para lançar um ETP de Bitcoin. Gestoras como 21Shares, WisdomTree e Global X também introduziram produtos semelhantes no mercado britânico.
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“A decisão da FCA de autorizar ETNs lastreados em criptoativos para investidores profissionais é um desenvolvimento positivo e reflete a crescente aceitação e demanda de ativos digitais oferecidos por meio de uma bolsa segura e regulamentada”, disse Stefan Kuhn, chefe de ETF e distribuição de índices da Fidelity International na Europa.
💬 Kuhn também explicou que “o Fidelity Physical Bitcoin ETP oferece aos investidores profissionais no Reino Unido uma solução de qualidade institucional para acessar o mercado de uma maneira familiar, simples e segura”. O produto foi lançado inicialmente em fevereiro de 2022 nas bolsas de Frankfurt e Suíça.
De acordo com um comunicado da gestora, a solução de investimento em BTC apresenta custos competitivos e conta com custódia segura garantida pela Fidelity Digital Assets. Além disso, a Fidelity diminuiu a taxa anual de administração do ETP de Bitcoin de 0,75% para 0,35%.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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