Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Desde a última segunda-feira, o mercado de renda variável tem tido dias bastante movimentados ao redor do mundo. No campo das criptomoedas, o Bitcoin (BTC) superou a barreira dos US$ 100 mil na última quinta-feira (8).
💵 Por si só, o feito já é significativo, mas ganha outra relevância quanto visto a partir do valor de mercado. O principal token digital do mercado digital também avançou de forma significativa passando os US$ 2 trilhões em valuation.
Desta forma, o ativo assumiu o quinto lugar entre os ativos mais valiosos do mundo, superando marcas como Amazon e Google. Atualmente, apenas o ouro (US$ 22,4 tri), Microsoft (US$ 3,2 tri), Apple (US$ 2,9 tri) e Nvidia (US$ 2,8 tri) tem um valuation superior ao da criptomoeda, segundo o monitor Companies Market Cap.
O avanço do BTC começou no início da semana, mas se ampliou na última quarta (7), quando o Fed deixou inalterada a taxa de juros dos Estados Unidos. Houve ainda o anúncio do primeiro acordo comercial do país norte-americano com o Reino Unido, o que mexeu com os mercados globais, incluindo o Bitcoin.
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Outro ativo que se valorizou de forma exponencial na semana foi o Ethereum (ETH), hoje o segundo token mais negociado do mundo. Neste caso, entre segunda e esta sexta, houve uma aceleração de 25%.
Antes do final de semana, o ativo era negociado por cerca de R$ 13 mil, a maior cotação em mais de um mês. No acumulado do ano, porém, o Ether ainda registra uma queda de 38%, segundo os monitores de criptomoedas.
Em termos de valor de mercado, ETH registra US$ 280,5 bilhões, ocupando a 39ª posição do ranking geral. Neste caso, a cripto supera o valuation de ativos como Samsung, prata e McDonalds.
Também nos últimos cinco dias, o índice CoinDesk 20, que reúne as 20 principais criptomoedas do mercado, acelerou 14%. Nesta sexta, o índice ficou acima dos 3 mil pontos, o maior patamar em dois meses.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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