Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
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O último domingo (12) foi bastante movimentado no mundo político ao redor do mundo. Duas eleições importantes aconteceram ao longo do dia, marcando o fim e o começo de novos movimentos na Europa e na América.
No Peru, o dia foi de confirmação de uma disputa de segundo turno, já que nenhum dos candidatos alcançou 50% dos votos válidos. Até agora, os nomes que avançaram foram Keiko Fujimori (direita) e Rafael Aliaga (extrema direita), que já eram destacados como os favoritos nas pesquisas pré-eleitorais.
Fujimori foi quem recebeu a maior parte dos votos, terminando o primeiro turno com 17% dos votos. Aliaga aparece bem perto, com 16% dos votos, seguido de Jorge Nieto (esquerda), com 13%.
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Esses dados foram divulgados quando apenas 40% das urnas haviam sido apuradas, de acordo com informações do órgão eleitoral peruano. Diante disso, a diferença entre os candidatos pode se ampliar nas próximas horas e, eventualmente, a posição dos candidatos mudar.
O Peru vem passando por instabilidade política já há alguns anos, o que fez com que, nos últimos 10 anos, o país tenha tido oito presidentes. E, mesmo com um novo presidente eleito, esse problema ainda deve durar algum tempo, já que o Congresso está dividido, dificultando a implementação de uma nova agenda.
Além do Peru, outros países da América Latina têm eleições previstas para este ano. Brasil, Colômbia e Haiti devem eleger novos presidentes ao longo dos próximos meses, fato que move os olhos do mundo para a região.
Na Europa, o domingo foi de queda de um governo que se mantinha no poder há pelo menos 16 anos. O partido Fidesz, de Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, perdeu as eleições para o partido Tisza, que arrematou a maioria das cadeiras do Parlamento do país do leste europeu.
Mesmo apoiado por nomes globais como Donald Trump (Estados Unidos) e Vladimir Putin (Rússia), Orbán não conseguiu vencer seu ex-apoiador Péter Magyar, que deve ser eleito como novo premiê. As eleições de domingo, porém, não marcam uma mudança profunda no governo húngaro, já que houve apenas um deslocamento mais para o centro do espectro político.
Aos 45 anos, Magyar se vendeu aos eleitores como um nome mais moderado em relação ao status quo. Das 199 cadeiras em disputa, o partido Tisza arrematou 138 delas, segundo dados do Comitê Eleitoral Nacional da Hungria. Fidesz, de Orbán, ficou com 55, enquanto “Nossa Pátria” (na tradução literal), com 6. Os dados foram divulgados quando quase 80% das urnas já haviam sido apuradas.
Nos últimos anos, Orbán foi um dos principais pontos de discordância dentro da União Europeia. Por isso, a vitória de seu opositor representa uma mudança no posicionamento do país em relação a uma aproximação com seus vizinhos.
O país, por exemplo, é quem votava contra enviar armas para a Ucrânia na guerra e que vetava a integração do país ao grupo. Agora, o novo representante pode mudar essa postura, e isso é o que espera grande parte dos líderes do continente, que já saíram a comemorar o resultado eleitoral.
“A Hungria escolheu a Europa. A Europa sempre escolheu a Hungria. Um país recupera o seu caminho europeu. A União fica mais forte. O coração da Europa bate mais forte esta noite na Hungria”, disse Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia.
"Acabei de falar com Péter Magyar para parabenizá-lo pela sua vitória na Hungria! A França saúda o que foi uma vitória em termos de participação das pessoas no processo democrático, e uma vitória que mostra o apego do povo húngaro aos valores da União Europeia e ao papel da Hungria na Europa”, escreveu Emmanuel Macron, presidente da França.
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