JBS (JBSS32) libera reajuste salarial de 33% para pôr fim a greve nos EUA
Acordo vale para 3,8 mil trabalhadores da fábrica de carne bovina de Greeley, no Colorado.
Enquanto o mundo político se movimenta para entender as relações entre Venezuela e Estados Unidos, o mundo corporativo já mexe seus pauzinhos. Segundo agências de notícias, o empresário Joesley Batista, dono da JBS, teria viajado ao país vizinho para conversar com Nicolás Maduro.
A visita do bilionário teria sido para pedir ao presidente que renuncie ao cargo, do qual não é reconhecido pelos EUA. O desembarque de Batista teria ocorrido em 23 de novembro, em Caracas, logo depois de um telefonema entre Maduro e o presidente dos EUA, Donald Trump.
Fontes da agência Bloomberg destacam que a equipe da Casa Branca sabia da visita de Batista e que ele estaria indo ao local para "reforçar a mensagem do presidente americano". No entanto, a visita foi organizada por iniciativa própria do empresário, que controla marcas como Friboi, Swift, Vigor, entre outras.
Por meio de nota, a companhia se limitou a dizer que "Joesley não é representante de nenhum governo". A Casa Branca também não se pronunciou sobre o assunto até o fechamento desta reportagem.
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É importante destacar que, em setembro, Joesley foi recebido por Trump na Casa Branca, quando eles discutiram o tarifaço aplicado pelos EUA contra o Brasil. Ele teria usado sua influência política no país para pedir que o governo norte-americano retirasse o tarifa adicional de 40% sobre produtos exportados pelo Brasil.
Para além do mundo dos negócios, a família Batista é bastante conhecida no Brasil, dada sua extensa ficha criminal. O próprio Joesley foi preso ao menos duas vezes em situações diferentes, em investigações sobre esquemas de corrupção.
O caso mais emblemático aconteceu em 2017, quando ele foi detido no âmbito da Operação Lava Jato, que investigava esquemas de lavagem de dinheiro e de propinas. Em 17 de maio, surgiram áudios do executivo enviados ao então presidente Michel Temer, que teria dado aval para a compra de silêncio de autoridades.
Até hoje, este dia é considerado tão fatídico que ficou conhecido como Joesley Day, dada a repercussão que provocou nos mercados. Esse foi um dos piores dias da bolsa de valores na história recente, atrás apenas do começo da pandemia de coronavírus.
Acordo vale para 3,8 mil trabalhadores da fábrica de carne bovina de Greeley, no Colorado.
Os títulos serão liquidados e emitidos em 13 de abril de 2026, desde que cumpridas as condições padrão para o fechamento da operação.
A agência manteve o rating com perspectiva estável e projetou um fluxo de caixa livre de US$ 925 milhões mesmo com dividendos de US$ 1 bilhão.
No acumulado de 2025, a receita totalizou US$ 86 bilhões, crescimento de 12% sobre 2024 e recorde histórico da companhia.
Terão direito aos proventos os acionistas com posição na companhia em 18 de maio de 2026.
A iniciativa faz parte da estratégia da empresa de ampliar a fabricação local de alimentos.
Os valores envolvidos na negociação não foram divulgados.
Segundo os analistas do Bank of America, o setor registrou um retorno 17 pontos percentuais abaixo do Ibovespa em 2025.
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