ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
O mês de novembro foi marcado por uma subida acentuada do dólar, que obteve uma valorização de quase 4% frente ao real. No entanto, o Bitcoin (BTC) superou a moeda norte-americana como o investimento de maior retorno.
💰 A principal criptomoeda do mercado subiu 43,8% em 30 dias, alcançando uma alta de 130% no ano. Foi em novembro também que o Bitcoin atingiu o patamar recorde de US$ 90 mil.
Parte deste movimento está atrelado à vitória de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, o que fortaleceu a tese sobre os investimentos em ativos digitais. Além do Bitcoin, outro token com valorização acentuada foi o Ethereum (ETH) com mais de 50%.
Além do impacto cambial, todos os produtos tiveram uma performance positiva frente ao anúncio do pacote fiscal que tirou o ânimo dos investidores. Por isso, houve uma queda nos ativos domésticos e um avanço de 8,3% nos BDRs, que são as ações de empresas estrangeiras negociadas na B3.
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De acordo com o Valor Data, os investidores que apostaram nas bolsas estrangeiras também viram seu dinheiro subir em novembro. É o caso dos aportes feitos nos índices de Dow Jones (+7,5%), Nasdaq (6,2%) e S&P 500 (+5,7%).
Na renda fixa nacional, os investimentos atrelados à Selic ou CDI foram os que tiveram o maior desempenho, de 0,79% no ano. Os CDBs de banco pagaram 0,74% aos investidores.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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