Bitcoin (BTC) despenca e acumula queda de 30% em 2026
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
🔮 Nesta quinta-feira (28), a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) aprovou o lançamento do primeiro contrato futuro de Bitcoin (BTC) na bolsa de valores.
A decisão do órgão regulador vem na sequência de vários adiamentos em uma discussão que se arrasta desde junho do ano passado. A expectativa da B3 é lançar o novo produto derivativo no próximo dia 17 de abril.
A data ainda deve ser aprovada pela CVM, junto a um manual operacional com regras sobre o ativo.
🛃 Leia também: Governo planeja enquadrar criptomoedas como investimentos
Atualmente, já são negociados dezenas de ETFs de criptomoedas, mas ainda não existia um produto que protegia os investidores de oscilações de preços. O contrato futuro terá como base o índice Hashdex Nasdaq Bitcoin Reference Price (NQBTC).
Segundo a B3, cada contrato futuro será equivalente a 0,1 Bitcoin, equivalente a 10% do valor da criptomoeda em reias. O vencimento dos contratos será mensal, tendo como resultado a variação de preço do Bitcoin.
“A B3 está expandindo sua atuação no mercado de criptoativos, oferecendo aos investidores formas diferentes de diversificarem suas estratégias. Esse lançamento atende uma demanda por um produto derivativo que permite a proteção da oscilação de preços do Bitcoin ou a exposição direcional ao ativo, mantendo a segurança de operar no ambiente da Bolsa do Brasil”, destaca Felipe Gonçalves, superintendente de Produtos de Juros e Moedas da B3.
🤑 Ao todo, são 13 ETFs de criptomoedas negociados na bolsa de valores, que somaram um patrimônio líquido de R$ 2,5 bilhões em 2023. A B3 destaca que mais de 170 mil investidores cadastrados já têm algum tipo de exposição às criptomoedas na carteira.
Neste mês, também passou a ser negociado o BDR de ETF iShares Bitcoin Trust (BITH11), da BlackRock, que acompanha o desempenho do preço do ativo. O produto tem taxa de administração de 0,25% ao ano e paridade de 1 para 3 em relação ao índice replicado dos Estados Unidos.
“O IBIT39 reforça nosso comprometimento com inovação em relação ao mercado de ETFs”, afirmou Karina Saad, presidente da BlackRock no Brasil. “Foi um lançamento muito bem sucedido nos Estados Unidos e estamos animados em trazê-lo para o Brasil”
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
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