21 ações que pagarão mais dividendos em 2025, segundo BTG Pactual
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
Nos últimos meses, cresceu a preocupação em torno dos títulos de dívida que deixaram de entregar rendimentos aos investidores. Antes, era uma preocupação focada nos FIDCs (Fundos de Investimenros de Direitos Creditórios), mas agora isso se estendeu a outros setores da indústria de renda fixa.
Segundo um levantamento da Vitrify, desde 2025, 10% dos CRIs (Certificao de Recebíveis Imobiliários) de incorporação deixaram de pagar rendimentos. No total, isso representa uma fatia de 118 dos 1.179 disponíveis no mercado.
A conta fica ainda mais chamativa quando são considerados os fundos que tiveram atrasos ou alguma operação fora do previsto. Neste caso, a inadimplência atinge 403 CRIs, cerca de um terço do estoque do mercado.
Leia mais: INBR32 dá adeus à B3: O que acontece com os investidores do Inter?
No caso destes ativos, parte dos investidores fica a ver navios, já que eles não contam com garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos). Em vez disso, os investidores devem esperar por eventuais acionamentos das proteções previstas em contrato, como a execução de bens e imóveis.
Estima-se que apenas 27 desses casos tenham chegado às vias judiciais de fato. Muitos dos CRIs conseguiram fazer acordos com seus credores para postergar pagamentos ou adicionar carências.
Este movimento de inadimplência está ligado ao atual cenário de juros, que encarece o custo do crédito no Brasil. A situação impacta diretamente as empresas que emitem os títulos, que, no ano passado, somaram cinco pedidos de recuperação judicial, ainda de acordo com o levantamento da Vitrify.
Os CRIs de incorporação são aqueles títulos emitidos por empresas do setor de construção civil com o objetivo de financiar a construção de imóveis residenciais. Há, também, aqueles que visam levantar dinheiro para empreendimentos que já estão prontos, mas que estão em processo de venda de imóveis.
Ao todo, são mais de R$ 252 bilhões circulando no mercado, sendo que 11,6% deste valor está na lista de inadimplentes.
A situação não se restringe apenas aos CRIs, mas bate à porta justamente das incorporadoras. Uma das principais empresas deste setor, a Gafisa (GFSA3), amarga um resultado bastante importante na bolsa de valores.
Só em 2026, a incorporadora perdeu 92% do seu valor de mercado, que hoje está avaliado em R$ 62 milhões, conforme dados da B3. Com isso, os papéis são negociados a R$ 0,40 no balcão, bem abaixo do mínimo permitido pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
Saiba quais classes de investimentos são destaques positivos no mês e quais deram dor de cabeça aos investidores
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayla, revela a rentabilidade dos principais investimentos em novembro e nos últimos 12 meses.
Índice de BDRs, carteira de empresas estrangeiras com ações listadas no Brasil, entrega quase 6% ao mês.
Uma varejista surfou o mês embalada por troca em seu conselho de administração e uma companhia área tem perdido bastante valor de mercado
Títulos isentos ajudam bancos a financiar projetos ligados ao agronegócio e ao mercado imobiliário.
Cadastre sua conta
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?