2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
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Esta quinta-feira (20) é de felicidade para quem criptomoedas na carteira de investimentos. Depois de varia semanas sem grandes oscilações, as principais criptomoedas do mercado voltaram a se movimentar.
O Bitcoin (BTC) por exemplo avançou quase 12%, voltando a ser negociado acima de US$ 72 mil. Na cotação em real, o ativo digital ultrapassou a casa de R$ 370 mil, conforme dados dos monitores setoriais.
O mesmo aconteceu com a Ethereum (ETH), que acumulação valorização de 21% nos últimos 5 dias. No fechamento desta reportagem, o token performava em US$ 2,2 mil.
O desempenho foi sentido no setor cripto como um todo, que, de forma conjunta, avançou ao longo das últimas horas. O CoinDesk20, indicador que reúne as 20 criptos mais capitalizadas do mercado, cresceu quase 15% no mesmo período.
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O plano de fundo desta movimentação vem da estrada de investidores, que passaram a fazer aportes em criptomoedas. A decisão do Teosuro dos Estados Unidos de recomprar parte dos títulos de longo prazo que estão no mercado acendeu o alerta para eventuais ganhos no mercado alternativo.
“A decisão do Tesouro de dobrar as recompras de títulos públicos de longo prazo tem como objetivo enfrentar as preocupações com os rendimentos de longo prazo, em um contexto em que os custos de financiamento vêm aumentando devido às preocupações com o nível da dívida dos EUA e ao deslocamento parcial causado pelas emissões de dívida das hyperscalers”, afirmou Max Stuedlein, chefe de Parcerias da Sygnum APAC, em entrevista à CNBC.
Nesta semana, o presidente Donald Trump também defendeu novas regras para o setor, pedindo que o Congresso aprove a chamada Lei Clarity Act. Esse pode ser o pontapé para novos apertos regulatórios nos EUA e em outros países.
Agora, já há quem aposte em uma guinada bastante positiva, mirando um horizonte de US$ 100 mil no fim deste ano. É o caso da gestora Standard Chartered, que publicou um relatório destacando sua visão sobre o tema, dizendo ser este o piso para a cripto no curto prazo.
Mesmo com esse resultado recente, o Bitcoin ainda está em dívida com seus investidores. No acumulado deste ano, o token acumula recuo de 23% e, se considerado os últimos 12 meses, o desempenho negativo chega a 40%.
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