Cosan (CSAN3) não consegue avançar com venda de participação na Rumo (RAIL3)
Com isso, a empresa segue avaliando alternativas para otimizar a sua estrutura de capital.
📈 A Cosan (CSAN3) divulgou seu balanço do primeiro trimestre de 2024, revelando uma diminuição significativa no prejuízo líquido em relação ao mesmo período do ano anterior.
A empresa registrou um prejuízo de R$ 192,2 milhões, uma redução de 78% comparado ao primeiro trimestre de 2023. Este resultado contrasta com o lucro de R$ 2,362 bilhões reportado no trimestre anterior.
O Ebitda consolidado alcançou R$ 2,934 bilhões, marcando uma redução de 26% em relação ao ano anterior e de 40% em comparação ao último trimestre.
A Cosan também relatou um Ebitda sob gestão de R$ 7,1 bilhões, o que indica uma diminuição de 16% comparado ao mesmo período de 2023.
Em termos de receita, a empresa teve um aumento modesto de 2% na comparação anual, totalizando R$ 9,842 bilhões. Em relação ao trimestre anterior, a receita operacional líquida viu um aumento de 4%.
📊 De acordo com a Cosan, o desempenho do portfólio de negócios está alinhado com o planejamento estratégico para o ano.
A empresa enfatizou que, apesar dos desafios econômicos enfrentados, as medidas de reestruturação e eficiência operacional estão começando a mostrar resultados positivos.
O foco da Cosan continua sendo a otimização de suas operações e a melhoria contínua de sua eficiência operacional para reverter o prejuízo e maximizar a rentabilidade.
A empresa permanece cautelosamente otimista em relação ao restante do ano, tendo implementado diversas iniciativas estratégicas que esperam contribuir para uma melhor performance financeira nos próximos trimestres.
Com isso, a empresa segue avaliando alternativas para otimizar a sua estrutura de capital.
A holding brasileira vai tirar os seus ADSs do pregão da Nyse ainda em setembro.
Companhia também prepara mudanças na diretoria e busca simplificar sua estrutura.
A companhia reduziu seu prejuízo em 66%, reportando perdas de R$ 320 milhões no 2T26 contra R$ 946 milhões no 2T25.
A empresa concluiu em 16 de junho de 2026 a recompra antecipada e integral de 1,5 milhão de debêntures da primeira série de sua 11ª emissão.
O presidente da Cosan, Marcelo Martins, afirmou que a holding deve ser dissolvida em 3 a 5 anos, com início previsto para 2027.
Com a dissolução, os acionistas da Cosan terão participação direta nas investidas, como Rumo e Compass Gás e Energia.
A holding diversificada tem participações nas empresas Compass, Moove, Raízen e Rumo.
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