Braskem (BRKM5) sofre revés na Justiça e afunda na B3; veja o que está em jogo
A empresa virou ré em ação sobre o afundamento de solo de cinco bairros de Maceió.
⛔ O Ministério Púbico Federal (MPF) entrou com um pedido na Justiça de Alagoas, junto à Defensoria da União e ao Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL), solicitando o bloqueio de R$ 1 bilhão da Braskem (BRKM5) para cumprimento de decisão liminar.
🧑⚖️ A solicitação ocorre após uma audiência de conciliação frustrada, que aconteceu na tarde da última terça-feira (12).
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🚫 No dia da referida audiência, a Braskem não apresentou proposta de acordo para inclusão de novos imóveis no programa de compensação financeira. As informações são do jornal "Valor Econômico".
🗣️ Segundo a Braskem, existem discordâncias técnicas sobre a proposta de acordo, e por isso deve recorrer da decisão que determinou a indenização dos imóveis das novas áreas incluídas no Mapa de Linhas de Ações Prioritárias.
No mapa atualizado, os imóveis que fazem parte da rua Marquês de Abrantes e da Vila Saém, em Bom Parto, e os que estão localizados no bairro do Farol, foram colocados como "área de monitoramento".
As instituições governamentais consideram a situação dos moradores de Bom Parto como de extrema vulnerabilidade social. Por isso, entendem que são necessárias medidas imediatas sobre essa população, já que existe uma proximidade com o evento geológico causado por uma mina da Braskem, em Maceió.
O MPF, DPU e o MPAL solicitaram à Justiça que seja fixada uma multa para a Braskem dar início à execução da determinação judicial o quanto antes possível. Caso haja persistência por parte da empresa, em relação ao descumprimento da ordem judicial, os órgão pedem que seja feito o reconhecimento da litigância de má-fé e configuração de ato atentório à Justiça, além de uma multa diária de R$ 50 mil.
A empresa virou ré em ação sobre o afundamento de solo de cinco bairros de Maceió.
Proposta prevê pagamento em debêntures e impulsiona ações da companhia na B3.
O anúncio fez as ações saltarem 4,49%, às 11h, desta terça-feira (9).
Ideia é que o Conselho de Administração possa decidir sobre o assunto, no lugar da assembleia de acionistas.
As informações também já haviam sido mencionadas no relatório financeiro trimestral.
Petroquímica busca acordo com credores enquanto enfrenta vencimentos milionários nos próximos meses.
A empresa informou que, desde 2025, contratou assessores financeiros e jurídicos.
A receita líquida da companhia atingiu R$ 18,7 bilhões entre janeiro e março.
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