ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
🚨 O ex-presidente da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), Gary Gensler, voltou a causar polêmica no mercado de criptoativos.
Em entrevista à CNBC nesta quarta-feira (16), Gensler afirmou que o Bitcoin (BTC) tem potencial para sobreviver por muitos anos, ao passo que a maioria das outras criptomoedas tende a desaparecer.
“O Bitcoin pode sobreviver. Mas a maioria desses projetos, honestamente, vai morrer”, declarou o economista, em sua primeira grande aparição pública após deixar o comando da SEC.
A fala vem semanas depois de Gensler anunciar sua renúncia à presidência da SEC, em meio à mudança de cenário político nos Estados Unidos.
O movimento foi impulsionado por declarações do presidente Donald Trump, que prometeu demitir Gensler caso vencesse as eleições — o que de fato ocorreu.
Ao deixar o cargo, o ex-regulador passou a ter maior liberdade para expressar opiniões pessoais, sem a pressão institucional de um órgão federal.
Conhecido por seu apetite regulatório rigoroso, Gensler foi responsável por ações contundentes contra plataformas de negociação e emissores de tokens, o que gerou atritos com boa parte da indústria cripto.
➡️ Leia mais: Méliuz (CASH3) quer avançar com estratégia de investimentos em Bitcoin (BTC)
Durante a entrevista, Gensler reforçou sua visão de que grande parte das altcoins são valores mobiliários não registrados, com baixa transparência e alto risco para investidores.
Para ele, o Bitcoin segue como exceção por seu grau de descentralização e aceitação global, mas isso não se aplica à maioria dos projetos no mercado.
“Muitos tokens são promessas vazias, sem fundamentos claros ou governança adequada. Esses ativos tendem a sumir com o tempo, deixando investidores no prejuízo”, alertou.
A declaração teve repercussão imediata nas redes sociais e entre analistas do setor, especialmente num momento em que o mercado busca sinais mais claros de regulação e maturidade institucional.
O Bitcoin operava com leve alta após a fala, enquanto tokens menores mostraram maior volatilidade.
📊 A fala de Gensler também reacende o debate sobre o papel do governo na supervisão do setor, e sobre quais ativos realmente possuem viabilidade de longo prazo.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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