Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
🪙 Depois de recorrentes altas, o Bitcoin (BTC) apresenta uma baixa de 8% nesta sexta-feira (15). Às 13h, a criptomoeda era negociada a R$ 341 mil, bem distantes dos R$ 361 mil que alcançou na quinta.
A capitalização de criptomoedas perdeu 7% nas últimas 24 horas, para US$ 2,68 trilhões, segundo os monitores de criptomoedas. O índice Coindesk 20, que reúne as principais criptos do mercado, viu seu valor encolher em 8,25% no período.
Ether (ETH), Cardano (ADA) e Binance Coin (BNB) registram perdas parecidas com o Bitcoin desde ontem, enquanto as chamadas criptos memes, como DogeCoin e Shiba Inu, veem números ainda piores, de 14%.
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O processo de declínio começou durante a tarde de quinta, logo que os Estados Unidos divulgaram os dados do Índice de Preço ao Produtor (PPI), que cresceu 0,6% em janeiro.
Esse número representa o dobro do que era esperado pelos analistas e pode significar a manutenção da taxa de juros no patamar atual entre 5,25% e 5,50% ao ano.
Além disso, parte da valorização das criptomoedas nas últimas semanas estava relacionada ao fluxo constante de ETFs (sigla para fundos de índices). No entanto, alguns especialistas começaram a questionar e se preocupar com a aceleração acentuada que se viu nas últimas semanas, especialmente do Bitcoin.
“O volume histórico de negociações do ETF Bitcoin da Blackrock causou certo mal-estar no mercado, com algumas partes temendo que o preço do BTC suba muito e muito cedo e possa sofrer um ‘flash crash’”, afirmou Adrian Wang, fundador e CEO da Metalpha, ao portal norte-americano CoinDesk.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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