Bitcoin dispara e desponta como o melhor investimento do 3T26; veja ranking
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
🪙 Depois de recorrentes altas, o Bitcoin (BTC) apresenta uma baixa de 8% nesta sexta-feira (15). Às 13h, a criptomoeda era negociada a R$ 341 mil, bem distantes dos R$ 361 mil que alcançou na quinta.
A capitalização de criptomoedas perdeu 7% nas últimas 24 horas, para US$ 2,68 trilhões, segundo os monitores de criptomoedas. O índice Coindesk 20, que reúne as principais criptos do mercado, viu seu valor encolher em 8,25% no período.
Ether (ETH), Cardano (ADA) e Binance Coin (BNB) registram perdas parecidas com o Bitcoin desde ontem, enquanto as chamadas criptos memes, como DogeCoin e Shiba Inu, veem números ainda piores, de 14%.
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O processo de declínio começou durante a tarde de quinta, logo que os Estados Unidos divulgaram os dados do Índice de Preço ao Produtor (PPI), que cresceu 0,6% em janeiro.
Esse número representa o dobro do que era esperado pelos analistas e pode significar a manutenção da taxa de juros no patamar atual entre 5,25% e 5,50% ao ano.
Além disso, parte da valorização das criptomoedas nas últimas semanas estava relacionada ao fluxo constante de ETFs (sigla para fundos de índices). No entanto, alguns especialistas começaram a questionar e se preocupar com a aceleração acentuada que se viu nas últimas semanas, especialmente do Bitcoin.
“O volume histórico de negociações do ETF Bitcoin da Blackrock causou certo mal-estar no mercado, com algumas partes temendo que o preço do BTC suba muito e muito cedo e possa sofrer um ‘flash crash’”, afirmou Adrian Wang, fundador e CEO da Metalpha, ao portal norte-americano CoinDesk.
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
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