ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
O Bitcoin (BTC) voltou a ser negociado acima dos US$ 100 mil nesta sexta-feira (17), chegando a encostar os US$ 105 mil na máxima do dia.
🪙 Este é o maior valor desde 17 de dezembro, quando a criptomoeda estava no patamar recorde dos US$ 106 mil.
O novo rali reflete a expectativa pela posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, marcada para a próxima segunda-feira (20).
Segundo a "Bloomberg", Trump planeja elevar o Bitcoin à categoria de prioridade de política nacional, o que deve ampliar a cooperação entre as agências do governo americano e a indústria de criptomoedas.
O presidente eleito dos Estados Unidos também sinalizou para a criação de um Conselho Consultivo de Cripto. O conselho deve reunir representantes do setor e ajudar o governo a entender e trabalhar em prol desse mercado.
📈 Além disso, Trump indicou a intenção de criar uma reserva nacional de criptomoedas. Além do Bitcoin, criptos como Solana (SOL) e XRP (XRP) poderiam fazer dessa reserva e, por isso, também veem em uma tendência de alta, na véspera da posse de Trump.
A expectativa do mercado é de que Trump não demore a apresentar medidas favoráveis ao setor depois da sua posse. Tanto que o setor promove uma festa em homenagem ao "primeiro presidente cripto da história" nesta sexta-feira (17).
Leia também: Bitcoin (BTC) realmente se tornou uma proteção contra a inflação?
Na corrida presidencial, Trump prometeu fazer dos Estados Unidos a capital mundial do Bitcoin. Além disso, ele mudou o comando da SEC, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, por causa das críticas à regulação das criptomoedas no país.
Para garantir que a SEC vai "construir" e não "bloquear o futuro", Trump decidiu que o órgão será presidido por Paul Atkins, um entusiasta das criptomoedas.
A escolha de Paul Atkins ajudou o Bitcoin a romper a barreira dos US$ 100 mil pela primeira vez na história em dezembro de 2024.
Neste início de ano, no entanto, a criptomoeda vinha operando abaixo dessa marca. O Bitcoin só recuperou os US$ 100 mil na última quarta-feira (15), com a proximidade da posse de Trump e o resultado da inflação americana de 2024.
O CPI (Índice de Preços ao Consumidor) acumulou uma alta de 2,9% em 2024, indicando uma desaceleração da inflação. A expectativa do mercado cripto é, portanto, que o Fed (Federal Reserve) volte a cortar os juros americanos, levando mais investidores a olhar para as criptomoedas.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?