ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
🚀 O preço do Bitcoin (BTC) chegou praticamente a tocar os US$ 94 mil nesta terça-feira (19), em meio à reação dos entusiastas com criptomoedas com o surgimento das opções de ETF de Bitcoin lançadas pela BlackRock (BLAK34) na bolsa de tecnologia Nasdaq nos Estados Unidos.
Mais precisamente, a maior criptomoeda do mundo em valor de mercado (US$ 1,84 trilhão) alcançou um novo topo durante o dia, a US$ 93.925,54, conforme dados do CoinMarketCap.
No entanto, logo após, a cotação do BTC foi perdendo força e passou a ser negociada a US$ 92.201,22, com valorização de 1,8% nas últimas 24 horas, por volta das 20h30 (horário de Brasília).
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Com a chegada das opções de ETF de Bitcoin, os investidores ganham a possibilidade de operar ordens de compra e venda mediante um preço pré-estabelecido em data futura, como uma espécie de reserva.
Dessa maneira, o investidor tem em mente um preço reservado, mas só decide de fato se irá comprar ou vender o ativo depois, no caso o Bitcoin.
Em resumo, o mercado de derivativos de BTC ainda corresponde a uma parcela tímida em relação a todas as negociações de criptomoedas no mercado à vista.
🤑 Conforme o site especializado Decrypt, o fluxo que pode ser gerado com as opções de ETF da criptomoeda tem o potencial de alçar o voo do Bitcoin à vista para patamares de US$ 100 mil, US$ 105 mil ou até US$ 200 mil.
E com a crescente apreciação do BTC, o mercado de criptomoedas continua em ascensão no Brasil e no mundo, com mais pessoas físicas envolvidas no setor cripto, como demonstra evento realizado em São Paulo nesta data, com cobertura do Investidor10.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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