Bitcoin dispara 25% em uma semana e entra no ranking de 1% das maiores altas
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
🚀 O Bitcoin (BTC) disparou mais de 9% nos últimos sete dias e chega nesta sexta-feira (18) cotado ao redor de US$ 68.250,00, sendo que mais cedo chegou a tocar os US$ 69 mil, seu maior patamar de preço em mais de três meses.
Dessa maneira, a maior criptomoeda do mundo em valor de mercado, avaliada em US$ 1,35 trilhão, tenta alcançar um novo ATH (maior valor em todos os tempos, na sigla em português) em outubro de 2024, um mês historicamente positivo para negociar Bitcoin.
Atualmente, o ATH da criptomoeda aconteceu em março, quando o Bitcoin chegou a valer mais de US$ 73 mil, impulsionado na época pelo fluxo de investidores institucionais (grandes bancos e gestoras de recursos) que passaram a investir na moeda digital por meio de ETFs listados nas bolsas de valores dos Estados Unidos.
Tais ETFs de Bitcoin no mercado à vista acumulam mais de quatro dias consecutivos de entradas de dinheiro dos investidores em geral, elevando seus fluxos acumulados totais para mais de US$ 20 bilhões desde os seus respectivos lançamentos em janeiro de 2024.
A título de comparação, os ETFs que investem em ouro levaram mais de cinco anos para também acumular o fluxo líquido de US$ 20 bilhões, tonando a estreia dos ETFs de Bitcoin a mais bem-sucedida de qualquer fundo de índice listado na história.
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Outubro costuma ser um mês positivo para o mercado de criptomoedas, sobretudo para o Bitcoin, que acumula uma média de valorização no mês de 21,2% desde 2013, conforme dados da Coinglass.
No histórico de rentabilidade, outubro só fica atrás do mês de novembro, com um retorno médio de 46,8% no mesmo período. Contudo, desde 2013, novembro teve quatro ocasiões de perdas nos anos de 2018, 2019, 2021 e 2023.
🗓️ Por sua vez, outubro só teve duas ocasiões de prejuízos nesta janela de tempo nos anos de 2014 e 2018. Até o momento, outubro de 2024 soma valorização de 3% ao BTC.
Outro fator no radar dos investidores é o ciclo de corte de juros nos Estados Unidos, já que os preços das criptomoedas tendem a subir devido ao aumento da liquidez e às melhores condições de empréstimo.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
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