Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
💲 O mercado de criptomoedas voltou a exibir força nesta quarta-feira (9), com o Bitcoin (BTC) atingindo um novo recorde histórico: US$ 112 mil, segundo cotação registrada na plataforma norte-americana Coinbase por volta das 17h10.
A valorização rápida do ativo digital impulsionou outros criptoativos, com altas superiores a 5% em diversas moedas alternativas (altcoins) no mesmo intervalo de tempo.
O desempenho evidencia o apetite renovado dos investidores por risco em meio a um cenário global de incertezas econômicas e tensões geopolíticas.
Apesar do movimento expressivo, não houve um único gatilho claro responsável pela disparada do BTC neste pregão.
Analistas atribuem o avanço a um conjunto de fatores técnicos e macroeconômicos, além da dinâmica de oferta e demanda em torno dos fundos negociados em bolsa (ETFs) e da estratégia de acúmulo de criptomoedas por parte de grandes investidores institucionais.
Entre os elementos de influência, destaca-se a ata divulgada nesta quarta-feira (9) pelo Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos.
O documento, que detalha os debates da última reunião de política monetária, revelou que apenas alguns membros consideram possível uma redução da taxa de juros ainda neste mês.
A maioria dos dirigentes do Fed continua cautelosa com a inflação, especialmente diante do impacto esperado das novas tarifas comerciais prometidas pelo presidente Donald Trump, que deve aplicar taxas de 50% sobre produtos brasileiros a partir de agosto.
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Além do conteúdo da ata, o mercado também reage às declarações recentes de Trump, que vem pressionando abertamente o Fed por cortes imediatos na taxa de juros e até pedindo a renúncia de Jerome Powell, presidente da instituição.
Esse embate entre o Executivo e o Banco Central dos EUA adiciona volatilidade aos mercados e alimenta a tese pró-Bitcoin como ativo descentralizado e independente de decisões políticas.
No campo institucional, o entusiasmo das gestoras com o mercado cripto permanece elevado.
A criação de novos ETFs de Bitcoin e de outras criptomoedas tem sustentado uma demanda consistente, além de reforçar a legitimidade dos ativos digitais no portfólio de investidores tradicionais.
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A marca de US$ 112 mil representa um salto significativo em relação ao valor observado no início do ano e reforça o momento de forte otimismo com os criptoativos.
Em algumas corretoras e agregadores, o preço pode variar ligeiramente, refletindo a natureza descentralizada do mercado de criptoativos.
📈 Mesmo com a ausência de um fator único que justifique o movimento, a combinação de baixa oferta de BTC, alta institucionalização e cenário macro desafiador tem sustentado o ciclo de valorização do ativo mais conhecido do setor.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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