Bancos puxam recuperação do IBOV pós-Flávio, mas BBAS3 fica travado
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
💰 O Banco do Brasil (BBAS3) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estão avaliando a criação de uma certificadora nacional de créditos de carbono, além de uma bolsa voltada ao mercado de carbono no país.
A informação foi confirmada nesta quarta-feira (9) pela presidente do BB, Tarciana Medeiros, durante participação em um evento promovido pelo BNDES, no Rio de Janeiro.
“É importante ter uma certificadora, e Banco do Brasil e BNDES têm reputação mundial para trabalhar nisso”, declarou a executiva ao ser questionada por jornalistas.
A proposta busca atender à necessidade de infraestrutura institucional confiável para o segmento de créditos de carbono e pode representar um marco para o amadurecimento do setor no Brasil.
A criação de uma certificadora nacional tem como objetivo padronizar, validar e dar credibilidade às emissões de crédito de carbono, permitindo que o Brasil avance de forma mais estruturada no desenvolvimento de um mercado regulado de carbono.
O país já se destaca no mercado voluntário, mas ainda não possui um ambiente robusto, auditado e com liquidez consolidada.
A possível criação de uma bolsa especializada para negociação desses ativos sustentáveis também está em análise.
Com isso, a expectativa é de ampliar a transparência, segurança jurídica e atratividade para investidores, nacionais e internacionais.
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Durante sua fala, Tarciana Medeiros também reafirmou o foco do Banco do Brasil no financiamento da transição energética e em iniciativas que impulsionem o desenvolvimento sustentável.
Segundo a presidente, o banco já está ampliando sua carteira de crédito voltada a energias limpas, como eólica, solar, biomassa e hidrogênio verde, além de iniciativas ligadas diretamente aos créditos de carbono.
“A carteira de renováveis deve bater recorde neste ano, e seguimos expandindo investimentos nesse eixo estratégico para 2025”, declarou.
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Com vastas áreas preservadas, produção agrícola de baixo carbono e potencial para reflorestamento e energias limpas, o Brasil é frequentemente citado como um dos países com maior capacidade de oferta de créditos de carbono do mundo.
No entanto, para transformar esse potencial em negócios efetivos e sustentáveis, falta estrutura de verificação confiável.
📈 A iniciativa liderada por BB e BNDES pode colocar o Brasil em uma posição de destaque global no mercado regulado de carbono, contribuindo também para o cumprimento das metas climáticas estabelecidas no Acordo de Paris.
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
Com uma queda de 53% na base anual, e o guidance revisado para baixo, o espaço para proventos extras desapareceu, segundo o CFO do banco.
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Com ROE de 7,3% no período, o Banco do Brasil fica abaixo dos pares, pressionado pela inadimplência no setor agropecuário.
Somados aos R$ 400 milhões já pagos na última segunda-feira (11), o banco distribui R$ 866 milhões em proventos do 1T26.
O banco irá divulgar seus números do 1º trimestre de 2026 nesta quarta-feira (13).
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