Banco do Brasil (BBAS3) empresta R$ 2,5 bilhões sob garantia da União; veja retorno
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🏦 Como se não bastassem as reações do mercado ao 2º trimestre de 2025, o Banco do Brasil (BBAS3) agora tem uma nova dor de cabeça. Isso porque o banco resolveu passar por cima da decisão da justiça brasileira e bloquear o cartão de crédito do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, punido com a Lei norte-americana Magnitsky.
A lei sancionada pelos Estados Unidos permite punir estrangeiros com bloqueio de bens e suspensão de contas em bancos e cartões de crédito, mas o Brasil também reagiu, afirmando que leis e decisões estrangeiras estão proibidas para empresas ou outros órgãos que operam no país. Agora, os bancos, em especial o BBAS3, parecem estar numa encruzilhada, já que devem escolher entre seguir as ordens de lá ou daqui.
👀 Dias antes de bloquear o cartão do ministro do STF, o Banco do Brasil garantiu preparo para lidar com efeitos da Lei Magnitsky e disse que cumpre a legislação nacional e observa ainda as normas aplicáveis nos mais de 20 países em que está presente. Moraes, no entanto, já havia dado o recado de que instituições brasileiras serão punidas caso bloqueiem ou congelem ativos em território nacional.
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Como estatal, o BBAS3 pode sofrer punições no Brasil. Mas, se optar por ignorar as sanções do país liderado por Donald Trump (Partido Republicano), pode ser afastado do sistema em dólar. Em qualquer cenário, o banco enfrenta risco financeiro e de reputação, é o que explicou o advogado Arcênio Rodrigues ao Investidor10.
Já Fernando Marx, contribuidor do TradersClub, afirmou que a exposição do BBAS3 tende a ser maior que a de seus concorrentes, considerando que a folha de pagamento dos servidores públicos passa pela instituição. "Nunca houve multa apenas por ter conta de um sancionado, porém, se levarmos a ideia da sanção secundária na prática, como o BB tem ampla relação com os EUA, ele teria um risco inerente no Brasil", diz.
💸 Lembrando que na última terça-feira (19), os cinco maiores bancos do Brasil acumularam uma perda conjunta de R$ 41,98 bilhões em valor de mercado, influenciados pelos temores de punições ligadas à Lei Magnitsky. Conforme levantamento de Einar Rivero, CEO da Elos Ayta Consultoria, Itaú (ITUB3), BTG (BPAC11) , Bradesco (BBDC4), Banco do Brasil e Santander (SANB11) foram os mais impactados pela tensão Brasil-EUA.
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