Binance começa a resgatar ativos roubados, mas não segura queda do Bitcoin (BTC)
Criptomoeda recuou 1,5% nas últimas horas e era negociada a US$ 76,7 mil por volta das 11h.
Um dos focos da bolsa de valores brasileira para 2024 é custodiar criptomoedas.
A estratégia veio detalhada no relatório anual da B3 (B3SA3), divulgado nesta quarta-feira (27). A empresa disse que quer priorizar três frentes de negócio: cripto as a service; infraestrutura para ativos digitais; e digitais check.
“[Fazer a] oferta de toda a infraestrutura para o mercado de ativos digitais, o que inclui: processo de tokenizacao, com a geração dos contratos inteligentes; custódia; plataforma de negociação; facilitação de liquidação; e gestão de risco”, disse a companhia.
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Desde o ano passado, a B3 vem rondando este mercado, desenvolvendo tecnologias que vão além do dos valores mobiliários tradicional. Em junho, lançou uma empresa especializada em infraestrutura para ativos digitais, responsável por disponibilizar compra e venda de diversas criptomoedas.
"No nosso dia a dia, percebemos que muitas dessas empresas precisam de serviços de tecnologia que podemos oferecer de forma ágil, eficiente e personalizada, a partir da experiência que adquirimos no core business”, pontuou.
Com o movimento, a B3 lança uma nova vertente de negócio, focando no mercado bilionário da criptografia. Segundo o monitor CoinMarketCap, a capitalização de criptomoedas já ultrapassou a marca de R$ 12 trilhões.
No Brasil, o sucesso também é visível, uma vez que, no ano passado, mais de 4 milhões de pessoas operaram com criptoativos no país, de acordo com a Receita Federal. O montante movimentado foi de R$ 18 bilhões, com destaque para o Bitcoin (BTC) e Tether (USDT), as duas mais populares por aqui.
Soma-se a isso, no cenário externo, a entrada dos investidores institucionais que podem alavancar este setor que já é muito grande. Recentemente, os Estados Unidos aprovaram a negociação de ETFs à vista em Bitcoin, o que deu ainda mais gás para o crescimento do mercado.
Criptomoeda recuou 1,5% nas últimas horas e era negociada a US$ 76,7 mil por volta das 11h.
A campanha de Flávio Bolsonaro desconhece a autoria do site e nega contratação de perfis para promover a criptomoeda.
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
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