Auren Energia (AURE3) apaga lucro e toma prejuízo de R$ 601,6 milhões no 1T26
A companhia elétrica resultante da fusão entre CESP e AES Brasil sofre com marcação a mercado negativa.
A fusão da Auren (AURE3) com a AES Brasil (AESB3) foi confirmada para o próximo dia 31 de outubro. Por isso, este será o último dia de negociação das ações da AES Brasil na B3.
💡 De acordo com as empresas, a AES Brasil será incorporada pela ARN Energia Holding, que posteriormente será incorporada pela Auren. Logo, a AES Brasil se transformará em uma subsidiária integral da Auren Energia.
Diante disso, os acionistas da AES Brasil receberão 10 novas ações de emissão da ARN para cada ação da AES. É possível escolher entre ações ordinárias e preferenciais da ARN nos próximos dez dias úteis, mas a escolha deve seguir as seguintes proporções:
O prazo para a escolha das ações começa nesta quarta-feira (16) e vai até 29 de outubro, inclusive. Caso não manifestem sua vontade nesse prazo, os acionistas da AES Brasil receberão a primeira combinação de ações, isto é, 9 ações ordinárias e 1 ação preferencial da ARN para cada ação da AES.
Já os acionistas que optarem pela segunda ou terceira opção ficarão com suas ações bloqueadas para negociação a partir do momento da escolha. Ainda assim, será possível mudar a opção escolhida até 29 de outubro.
💲 Essas ações, no entanto, serão resgatadas pela Auren quando a elétrica concluir a incorporação da ARN, em 31 de outubro. Por isso, a companhia prevê o pagamento de R$ 1,18438832610 por cada ação preferencial da ARN e a concessão de 0,07499873952 novas ações Auren para cada ação ordinária ARN.
Por isso, a relação de substituição e incorporação de ações ficará da seguinte forma ao final do processo:
As novas ações Auren vão estrear na B3 em 1º de novembro, mas serão creditadas aos acionistas da AES Brasil em 5 de novembro. Já o valor do resgate será pago em 8 de novembro.
A combinação de negócios entre Auren e AES Brasil foi anunciada em maio deste ano, com a promessa de criar a terceira maior empresa geradora de energia elétrica do Brasil. A operação já recebeu o aval do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e também foi aprovada em assembleias de acionistas.
A companhia elétrica resultante da fusão entre CESP e AES Brasil sofre com marcação a mercado negativa.
Com 80% de chance de ocorrer, o El Niño pode frustrar chuvas no Nordeste e elevar precipitações no Sul, impactando as elétricas.
Companhia elétrica conclui a integração dos negócios da AES Brasil ao seu portfólio durante o período.
Companhia elétrica encontra-se altamente endividada após a compra da AES Brasil.
A receita líquida, por sua vez, avançou 12,8% e somou R$ 3,537 bilhões.
Segundo projeções do Santander, entre as três companhias, a Auren desponta como a grande beneficiada e pode levar até R$ 2,3 bilhões.
Para o banco, a companhia segue em fase de consolidação após a fusão com a AES Brasil, mostrando evolução operacional.
O banco prevê preços de energia mais elevados no segundo semestre de 2025.
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