Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
🪙 Há exatos 100 dias, os entusiastas de criptomoedas estavam ansiosos esperando pelo quarto halving do Bitcoin (BTC) que poderia acontecer a qualquer momento. A operação foi concluída e, passado todo esse tempo, a cripto testou altos e baixos, mas parece ter saído fortalecida da operação.
Segundo os monitores de criptos, desde 20 de abril, o Bitcoin avançou 8,9%, sendo negociado nesta terça-feira (30) em R$ 369,7 mil. Neste mesmo período, a taxa DI acumula avanço próximo de 2,5%, ou seja, quase quatro vezes menos.
Mas esta pode ser só uma palhinha do desempenho que a principal criptomoeda do mercado pode registrar nos próximos meses. Isso porque, fazendo um retrospecto com operações anteriores, o impacto disso para a valorização do ativo só acontece depois de 100 dias, segundo estudo feito pela consultoria ETC Group.
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Além disso, é preciso considerar que nas semanas anteriores ao evento, houve uma alta acelerada do Bitcoin. Entre 1 de fevereiro e 15 de abril, o Bitcoin saltou de R$ R$ 211,7 mil para R$ 329,3 mil, segundo dados do CoinMarketCap.
Para os próximos meses, outras questões devem estar no horizonte de valorização da cripto, como as eleições presidenciais nos Estados Unidos. Outra discussão importante é a liberação do ETF à vista de Solana (SOL), também nos EUA.
Atualmente, a capitalização do Bitcoin é superior a R$ 7,3 trilhões. A média de negociações diárias é de R$ 174,5 bilhões ao redor do mundo.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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