Como fazer o dinheiro trabalhar para você?
Publicado em 31/03/2024
As ações da Azul sempre estiveram entre as mais acompanhadas pelos investidores da B3.
Durante muitos anos, o ticker AZUL4 identificou os papéis preferenciais da companhia e se tornou a principal referência para quem desejava investir em uma das maiores empresas do setor aéreo brasileiro.
Em resumo, a AZUL4 deixou de existir após a reestruturação financeira da Azul.
A companhia converteu parte de suas dívidas em ações, realizou uma emissão massiva de novos papéis, promoveu um grupamento de 150.000 para 1 e passou a negociar exclusivamente sob o ticker AZUL3.
Com isso, surgiram códigos temporários, como AZUL53 e AZUL54. Ao final da reestruturação, os papéis passaram a ser negociados exclusivamente sob o ticker AZUL3, que atualmente representa as ações da companhia na B3.
Neste artigo, você vai entender o que aconteceu com a AZUL4, por que a Azul passou a negociar apenas por meio da AZUL3, como ficou sua estrutura acionária e quais pontos devem ser analisados antes de investir.
Atualmente, a Azul atua nos segmentos de transporte aéreo de passageiros, transporte de cargas por meio da Azul Cargo Express, programa de fidelidade TudoAzul e serviços logísticos.
Fundada em 2008 pelo empresário David Neeleman, a companhia nasceu com uma estratégia diferente das concorrentes tradicionais.
Enquanto outras empresas concentravam suas operações principalmente nos grandes aeroportos brasileiros, a Azul decidiu expandir sua atuação para cidades médias e regiões que possuíam pouca oferta de voos comerciais.
Essa estratégia permitiu que a empresa construísse uma das maiores malhas aéreas do país.
Hoje, a Azul atua em diversos segmentos, incluindo:
Essa diversificação contribui para reduzir parcialmente a dependência exclusiva da venda de passagens aéreas.
Entretanto, assim como ocorreu com praticamente todas as companhias aéreas do mundo, a pandemia provocou uma redução drástica na demanda por viagens.
Ao mesmo tempo, fatores como:
Pressionaram significativamente seus resultados.
Esse cenário levou a companhia a buscar uma ampla reorganização financeira que mudou profundamente sua estrutura societária e seus papéis negociados na Bolsa.
Quem controla a Azul?
A estrutura acionária da Azul foi significativamente alterada após a reestruturação financeira. A conversão de parte das dívidas em ações modificou a participação dos antigos acionistas e ampliou a presença de credores na base acionária da companhia.
AZUL3 é o ticker atualmente utilizado para representar as ações ordinárias da Azul negociadas na B3.
Na Bolsa brasileira, cada empresa possui um código composto por quatro letras e um número.
As letras identificam a companhia, enquanto o número identifica a classe da ação.
As ações ordinárias concedem aos acionistas direito de voto nas assembleias gerais e representam participação direta no capital social da empresa. Já as ações preferenciais, oferecem prioridade no recebimento de dividendos.
Hoje, quem deseja investir na Azul encontrará justamente o ticker AZUL3. Entretanto, essa nem sempre foi a realidade.
Durante muitos anos, o principal código negociado pelos investidores foi AZUL4.
Para entender por que hoje existe apenas AZUL3, é necessário compreender toda a reorganização financeira promovida pela companhia.
A história recente da Azul é uma das mais complexas entre as empresas listadas na Bolsa brasileira.
Após enfrentar um período de forte deterioração financeira, a companhia iniciou um amplo processo de reorganização de seu passivo.
Esse processo envolveu renegociação de dívidas, captação de novos recursos, emissão de ações e profundas alterações em sua estrutura societária.
O objetivo principal era reduzir significativamente o endividamento e fortalecer o caixa da empresa.
O Chapter 11
O Chapter 11 é um mecanismo da legislação dos Estados Unidos que permite a reorganização financeira de empresas sem interromper suas operações.
Em 2025, a Azul ingressou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos por meio do Chapter 11, mecanismo bastante utilizado por grandes empresas internacionais para reorganizar suas dívidas sem interromper suas operações.
Diferentemente da falência, o Chapter 11 permite que a companhia continue funcionando enquanto negocia suas obrigações financeiras com credores.
Durante esse período, foi elaborado um amplo plano de reestruturação. Grande parte das dívidas foi convertida em participação acionária.
Isso significa que diversos credores deixaram de ser apenas credores e passaram a se tornar acionistas da empresa. Na prática, a Azul substituiu uma parcela relevante de suas dívidas por ações.
Essa operação reduziu significativamente o passivo financeiro da companhia, mas produziu efeitos importantes para quem já era acionista.
A emissão de mais de 1 trilhão de ações
Para viabilizar essa conversão das dívidas, a companhia realizou uma gigantesca emissão de novas ações. Foram emitidos mais de 1 trilhão de papéis, quantidade muito superior ao número de ações anteriormente existente.
Essa emissão foi necessária para permitir a conversão das dívidas previstas no plano de reorganização. Embora tenha fortalecido a estrutura financeira da empresa, ela também provocou uma consequência inevitável: a forte diluição dos antigos acionistas.
Na prática, quem já possuía ações da Azul passou a representar uma parcela muito menor do capital social da companhia. Esse fenômeno é conhecido no mercado como diluição acionária.
Por que surgiu o ticker AZUL54?
Outro ponto que gerou enorme confusão entre investidores foi o aparecimento do ticker AZUL54.
Isso ocorreu porque, após a emissão das novas ações, os preços unitários dos papéis passaram a ser extremamente baixos.
Como a B3 não permite negociações abaixo de R$ 0,01 por ação, tornou-se necessário criar uma solução operacional. Foi então que surgiram os chamados "pacotes" ou "cestas" de ações.
AZUL54 representava um lote equivalente a 10 mil ações preferenciais, permitindo que os papéis fossem negociados respeitando as regras operacionais da Bolsa.
No entanto, AZUL54 não representava uma nova empresa nem uma nova classe definitiva de ações. Tratava-se apenas de um código temporário criado para facilitar a negociação durante a reorganização societária.
E o que era AZUL53?
Além de AZUL54, também surgiu o ticker AZUL53. Seu funcionamento era semelhante.
A diferença é que AZUL53 representava "cestas" compostas por 1 milhão de novas ações ordinárias emitidas durante a oferta relacionada ao processo de reestruturação.
Assim como ocorreu com AZUL54, esse código teve caráter transitório. Seu objetivo era apenas permitir a negociação das novas ações enquanto toda a reorganização societária ainda estava em andamento.
O grupamento de 150.000 para 1
Após a emissão de mais de um trilhão de novas ações, o capital da companhia passou a estar extremamente pulverizado. Os papéis passaram a valer frações muito pequenas de centavo.
Para normalizar a negociação na Bolsa, a Azul promoveu um dos maiores grupamentos já realizados por uma empresa brasileira. A operação ocorreu na proporção de 150.000 ações para 1.
Isso significa que cada conjunto de 150 mil ações antigas passou a representar apenas uma nova ação após o agrupamento.
Após a conclusão da reorganização financeira, da conversão das ações, do grupamento e da reorganização societária, a estrutura acionária da companhia foi simplificada.
Hoje, os papéis da Azul estão concentrados sob o ticker AZUL3, que representa as ações ordinárias da empresa.
Essa é, sem dúvida, a principal pergunta de quem começa a estudar a companhia. A resposta, porém, não é simples.
Ao contrário de empresas de setores considerados mais previsíveis, como energia elétrica, saneamento ou bancos, a Azul atua em um segmento altamente cíclico e sensível às condições econômicas.
Isso significa que seus resultados podem variar significativamente conforme o comportamento da economia, do turismo, da taxa de juros, do câmbio e do preço do combustível.
Por isso, investir na Azul exige uma análise muito mais profunda do que simplesmente observar se o preço da ação caiu ou subiu. Tudo depende do perfil do investidor.
A Azul pode fazer sentido para quem:
Por outro lado, talvez não seja a alternativa mais adequada para investidores extremamente conservadores ou que priorizam empresas previsíveis e pagadoras de dividendos.
Mais importante do que buscar uma resposta definitiva é entender se a tese da AZUL3 está alinhada com seus objetivos financeiros.
Em empresas que passaram por grandes reestruturações, como a AZUL3, essa análise superficial pode levar o investidor a cometer erros importantes.
Por isso, antes de comprar ações da companhia, vale a pena acompanhar diversos indicadores financeiros e operacionais.
Endividamento: Provavelmente esse é o primeiro indicador que merece atenção. Companhias aéreas costumam operar com elevados níveis de dívida devido aos investimentos em aeronaves e contratos de leasing.
Liquidez: Além da geração de caixa, também é importante observar o volume de recursos disponíveis. Companhias aéreas necessitam de elevado capital de giro para financiar suas operações.
Cotação do dólar: Poucos setores da economia dependem tanto da moeda americana quanto o setor aéreo. Quando o dólar sobe de forma significativa, as margens da companhia tendem a sofrer pressão.
Preço do combustível: O querosene de aviação representa um dos maiores custos da empresa. Seu preço acompanha a cotação internacional do petróleo, e nem sempre, os aumentos conseguem ser integralmente repassados para o valor das passagens.
Taxa de ocupação dos voos: Também conhecida como Load Factor, essa métrica mede o percentual de assentos efetivamente ocupados. Quanto maior a ocupação, melhor tende a ser o aproveitamento da frota.
Receita por passageiro: Esse indicador mostra quanto a empresa consegue faturar, em média, por cliente transportado. Ele ajuda a identificar se a companhia está aumentando sua rentabilidade ou apenas ampliando o volume de passageiros.
EBITDA: O EBITDA mede o desempenho operacional antes dos efeitos financeiros, tributários e contábeis. Investidores acompanham esse indicador para verificar se a empresa está conseguindo melhorar sua eficiência.
Resultado líquido: Embora empresas em recuperação possam registrar prejuízos durante determinado período, é importante observar a tendência dos resultados. Os prejuízos estão diminuindo? A empresa voltou a gerar lucro?
Governança corporativa: Após uma reorganização financeira a qualidade da governança corporativa torna-se ainda mais relevante. Empresas transparentes tendem a transmitir maior confiança ao mercado.
Perspectivas para o setor aéreo: Por fim, é importante lembrar que o desempenho da Azul depende também do ambiente macroeconômico. Taxas de juros menores, crescimento econômico, fortalecimento do turismo e redução do preço do petróleo costumam beneficiar o setor.
Já cenários de recessão, inflação elevada e dólar forte podem pressionar novamente os resultados das companhias aéreas.
Por isso, antes de investir em AZUL3, não basta analisar apenas os números da empresa.
Uma das perguntas mais frequentes entre investidores é se a Azul paga dividendos e se suas ações podem ser consideradas uma boa alternativa para renda passiva.
Historicamente a empresa não é reconhecida como uma grande pagadora de dividendos, principalmente quando comparada a bancos, seguradoras, empresas de energia elétrica e companhias de saneamento.
Isso acontece porque o próprio modelo de negócios do setor aéreo exige elevados investimentos e forte necessidade de capital. Companhias aéreas precisam reinvestir continuamente parte significativa de seus recursos.
Diante da necessidade de capital e das dificuldades financeiras recentes da empresa, nos últimos anos, a Azul não apresentou um histórico consistente de distribuição de dividendos.
Contudo, isso não significa que a companhia jamais voltará a remunerar seus acionistas. Caso consiga consolidar sua recuperação financeira, reduzir significativamente a dívida e gerar caixa de forma recorrente, poderá aumentar a distribuição de lucros no futuro.
Entretanto, atualmente a tese de investimento na Azul está muito mais relacionada ao potencial de valorização das ações do que ao recebimento de dividendos.
Depois de entender a história recente da companhia, sua reestruturação financeira e os principais fatores que influenciam seus resultados, chega o momento de aprender como investir na empresa.
Comprar ações da Azul é um processo relativamente simples. O procedimento é praticamente o mesmo utilizado para adquirir qualquer outro ativo negociado na B3.
Veja o passo a passo.
1. Abra conta em uma corretora
O primeiro passo é abrir conta em uma corretora de valores autorizada pela B3. Hoje praticamente todas permitem abertura totalmente online.
Normalmente é necessário:
O questionário de suitability serve para identificar seu perfil de investidor. Após a aprovação da conta, você já estará apto a investir.
2. Transfira dinheiro para a corretora
Depois da abertura da conta, será necessário enviar recursos para a corretora.
Na maioria das instituições essa transferência pode ser realizada por:
Utilize sempre uma conta bancária de mesma titularidade, e nunca invista sua reserva de emergência em ações.
3. Acesse o home broker ou plataforma da corretora
Com os recursos disponíveis, acesse o home broker. Esse ambiente permite ao investidor:
É justamente nessa plataforma que será possível localizar o ticker AZUL3, atualmente utilizado para negociação das ações da companhia.
4. Envie a ordem de compra
Depois de localizar o ativo, escolha quantas ações deseja comprar. Essa decisão deve considerar diversos fatores.
Entre eles:
Evitar concentração excessiva em uma única empresa reduz significativamente os riscos do investimento.
Antes de enviar a ordem definitivamente, revise cuidadosamente todas as informações. Verifique:
Esse procedimento simples ajuda a evitar erros bastante comuns, como selecionar o ativo errado ou informar uma quantidade diferente da desejada.
5. Acompanhe sua carteira
Comprar ações representa apenas o início do investimento. Depois disso, é fundamental acompanhar periodicamente os fundamentos da companhia.
No caso da AZUL3, alguns indicadores merecem atenção especial, entre eles:
Investidores de longo prazo costumam focar muito mais nos fundamentos da empresa do que nas oscilações de curto prazo do mercado.
Todo investimento em renda variável envolve riscos. No entanto, algumas empresas apresentam um nível de incerteza maior do que outras, e esse é justamente o caso das companhias aéreas.
A AZUL3 atua em um setor extremamente competitivo e sensível a fatores econômicos, financeiros e geopolíticos. Por isso, quem pretende investir na empresa precisa conhecer os principais riscos envolvidos e avaliar se eles são compatíveis com seu perfil de investidor.
Conhecer esses riscos não significa que a ação seja ruim. Pelo contrário: toda oportunidade de retorno potencialmente maior costuma estar associada a um nível de risco mais elevado.
Risco cambial: O câmbio é um dos fatores que mais influenciam os resultados da Azul.
Embora a maior parte das receitas da companhia seja obtida em reais, diversas despesas são dolarizadas. Quando o dólar sobe, esses custos aumentam.
Risco relacionado ao combustível: O querosene de aviação representa uma das maiores despesas operacionais da companhia. Em momentos de alta do barril, os custos da Azul aumentam rapidamente.
Assim, períodos prolongados de petróleo elevado costumam pressionar significativamente os resultados das empresas do setor.
Risco de endividamento: Historicamente, companhias aéreas operam com elevado nível de endividamento. Isso acontece porque o setor exige investimentos constantes em aeronaves, tecnologia, manutenção e infraestrutura.
Apesar da ampla reorganização financeira promovida pela Azul, acompanhar a evolução da dívida continua sendo fundamental.
Risco econômico: Poucos setores dependem tanto da atividade econômica quanto o setor aéreo. Quando a economia cresce, aumenta o número de viagens corporativas, o turismo e o consumo das famílias.
Já durante os períodos de recessão ocorre exatamente o contrário. As empresas reduzem viagens de negócios. Famílias adiam férias. O número de passageiros diminui.
Consequentemente, as receitas da companhia tendem a ser impactadas.
Risco operacional: A operação de uma companhia aérea é extremamente complexa. Diversos fatores podem afetar o desempenho da empresa, como:
Embora muitos desses eventos sejam pontuais, eles podem impactar custos, receitas e a percepção dos consumidores.
Risco regulatório: O setor aéreo é altamente regulado. Mudanças em regras da aviação civil, exigências ambientais, tributos ou tarifas aeroportuárias podem alterar significativamente a estrutura de custos da empresa.
Além disso, alterações regulatórias relacionadas ao transporte internacional também podem afetar os resultados.
Investir em ações também gera obrigações fiscais. Quem compra ações AZUL3 deve observar as regras do Imposto de Renda sempre que estiver obrigado a apresentar a declaração anual.
Declaração da posição em carteira: As ações em carteira devem ser informadas na ficha Bens e Direitos.
O investidor deve preencher informações como:
Venda das ações: Caso o investidor venda ações da Azul com lucro, poderá haver incidência de Imposto de Renda.
Dividendos: Caso a AZUL3 venha a distribuir dividendos, esses valores deverão ser informados na ficha de rendimentos isentos e não tributáveis, conforme a legislação vigente.
Juros sobre capital próprio: Se houver distribuição de juros sobre capital próprio, esses valores devem ser declarados como rendimentos sujeitos à tributação exclusiva, pois já sofrem retenção de Imposto de Renda na fonte.
Essa talvez seja a pergunta mais importante de todo o artigo. A resposta depende menos do ticker e mais da capacidade da empresa de gerar valor ao acionista ao longo do tempo.
Após a reorganização financeira, a Azul passou a possuir uma estrutura de capital bastante diferente daquela existente durante o período em que AZUL4 era negociada.
Isso significa que a análise do investimento deve estar voltada para os fundamentos atuais da companhia e não para sua estrutura acionária anterior.
Existem diversos fatores positivos que podem favorecer a tese de longo prazo. Entre eles destacam-se:
Além disso, caso a empresa consiga consolidar sua recuperação financeira, reduzir despesas financeiras e aumentar sua eficiência operacional, poderá apresentar melhora significativa de seus resultados.
Entretanto, o investidor também deve considerar os desafios. O setor continuará dependente de fatores como:
Esses fatores podem provocar oscilações importantes nos resultados e no preço das ações. Por isso, AZUL3 tende a fazer mais sentido para investidores que:
Já investidores extremamente conservadores talvez encontrem alternativas mais compatíveis com seu perfil em empresas de setores menos cíclicos.
No longo prazo, mais importante do que tentar prever o comportamento da cotação é acompanhar se a empresa continua fortalecendo seus fundamentos.
Caso a Azul consiga manter disciplina financeira, aumentar sua geração de caixa e consolidar sua recuperação operacional, suas ações poderão apresentar desempenho consistente ao longo dos próximos anos.
A AZUL3 representa uma empresa que passou por uma das maiores reestruturações financeiras já realizadas entre companhias listadas na B3.
Esse processo transformou sua estrutura de capital e reforçou a importância de analisar os fundamentos atuais da empresa, em vez de se basear apenas em seu histórico.
Antes de investir, é fundamental acompanhar indicadores como endividamento, geração de caixa, demanda por viagens, preço do combustível, cotação do dólar e a capacidade da companhia de converter sua reorganização financeira em crescimento sustentável e rentabilidade.
Se você deseja acompanhar a cotação da AZUL3, analisar indicadores fundamentalistas, consultar resultados financeiros e comparar a Azul com outras empresas da bolsa, utilize as ferramentas gratuitas do Investidor10 para tomar decisões de investimento com mais informação e segurança.
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