Weg (WEGE3) deixa o ranking das ações mais negociadas da B3 no 1S26; veja top 10
Por outro lado, AXIA3 e BPAC11 entraram no grupo dos papeis preferidos dos investidores.
📊 Os investimentos da WEG (WEGE3) no México seguem inalterados, apesar do recente anúncio do governo dos Estados Unidos sobre a aplicação de tarifas de 25% às importações mexicanas.
A informação foi confirmada pelo diretor financeiro da companhia, André Rodrigues, que reforçou o compromisso da empresa com suas operações no país latino-americano.
Em uma teleconferência com analistas, Rodrigues destacou que a companhia monitora os desdobramentos da decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, mas que, até o momento, não há razões para rever seus planos.
"Ainda há muitas incertezas no cenário, e faltam detalhes sobre os impactos reais dessas tarifas. No entanto, o México continua sendo um polo estratégico para a WEG, tanto em termos de exportação quanto para abastecer o mercado interno", explicou.
A fabricante brasileira de equipamentos elétricos anunciou anteriormente investimentos no país como parte de sua estratégia de crescimento internacional. Segundo Rodrigues, esses planos permanecem inalterados.
"Não temos nenhuma indicação, neste momento, de que a política tarifária exigiria uma reavaliação de nossa atuação no México", acrescentou.
O governo dos Estados Unidos, sob liderança de Donald Trump, confirmou que as tarifas de 25% sobre produtos importados do México começarão a valer a partir de 4 de março.
A justificativa para a medida é a tentativa de conter o fluxo de drogas para o território norte-americano, segundo o próprio presidente.
A decisão gerou repercussão entre indústrias que possuem operações no México, dada a forte interdependência entre as cadeias produtivas dos dois países.
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O México é um dos principais parceiros comerciais dos EUA, e muitas multinacionais utilizam suas fábricas no país para atender tanto o mercado norte-americano quanto outras regiões.
Especialistas do setor avaliam que as tarifas podem gerar impactos significativos para empresas que dependem de importação dos produtos mexicanos para os Estados Unidos, mas ressaltam que companhias com presença global, como a WEG, podem ter maior flexibilidade para mitigar possíveis impactos.
A postura da WEG reflete sua estratégia de longo prazo, que visa expandir sua atuação internacional sem depender exclusivamente de um único mercado.
A empresa tem presença consolidada em diversos países e mantém um plano de investimentos robusto para ampliar sua capacidade produtiva e atender a crescente demanda por seus produtos.
Ainda que o cenário internacional traga desafios, a companhia brasileira demonstra confiança na resiliência de suas operações e na diversificação geográfica como um fator-chave para sustentar seu crescimento.
📈 O México segue como um pilar relevante dentro dessa estratégia, independentemente das recentes mudanças na política tarifária dos Estados Unidos.
Por outro lado, AXIA3 e BPAC11 entraram no grupo dos papeis preferidos dos investidores.
A manifestação foi enviada à CVM em resposta a um ofício encaminhado após reportagem da CNN Brasil.
A avaliação é de que a companhia parece estar entrando em um novo ciclo de crescimento.
A Engie usará turbinas da Weg para ampliar uma das suas principais usinas hidrelétricas.
A receita operacional líquida somou R$ 10,14 bilhões entre abril e junho, recuo de 0,6%.
A data-base para garantir o provento é 19 de junho de 2026, tornando-se "ex-JCP" no pregão seguinte, dia 22.
A bolsa de valores brasileira se recupera parcialmente de baixas recentes, com otimismo global.
Os analistas ainda passaram a projetar resultados mais fracos em 2026 e 2027.
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