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🗓️ A semana começa com o Tesouro IPCA+ 2045 protagonizando mais um recorde para a renda fixa do governo em 2025, já que seus juros compostos já alcançaram a marca de 7,32% ao ano acima da inflação nesta segunda-feira (13), ou seja, 10 pontos-base acima da taxa registrada na virada do ano.
Isso porque, lá no fechamento do dia 2 de janeiro de 2025, o primeiro pregão do ano, o Tesouro IPCA+ 2045 oferecia juros reais de 7,22% ao ano, registrando um prejuízo na marcação a mercado em seu preço unitário que variou de R$ 1.070,71 para os atuais R$ 1.054,57.
Caso o investidor queira carregar esse título público até o vencimento, tais prejuízos momentâneos na marcação a mercado não são um problema, já que o Tesouro Direto garante que o investidor receberá a correção de seu patrimônio a juros compostos tão elevados até o vencimento em 2045.
No entanto, se o investidor por algum motivo precisar resgatar no curto prazo o dinheiro que emprestou ao governo através do Tesouro IPCA+ 2045, o mesmo poderá grandes chances de tomar prejuízo na marcação a mercado, que acontece para compensar esse maior recebimento de juros compostos por meio da desvalorização no preço unitário do título.
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Muitos investidores têm procurado investir em títulos públicos de longo prazo, como o Tesouro IPCA+ 2035 e 2045, só apostando em fortes quedas das taxas de remuneração, movimento que certamente destravaria lucros exponenciais no Tesouro Direto mediante a valorização dos preços unitários.
Todavia, esse não é o cenário base para 2025, conforme os analistas da Genial Investimentos, que recomendam posição em outro título público indexado à inflação com prazo de resgate mais curto e que melhor se adapta para tanto proteger o poder de compra do investidor quanto aproveitar essa janela atrativa para a renda fixa brasileira.
"Mantemos nossa visão mais conservadora para a renda fixa atrelada ao IPCA, principalmente nos vencimentos intermediários (caso do Tesouro IPCA+ 2029), que seguem com prêmios elevados, mas sujeitos a oscilações devido à percepção de risco fiscal. Seguimos fora dos títulos de vencimento mais longo (Tesouro IPCA+ 2035 e 2045), que continuam sob pressão", afirma o time de research da corretora.
🔎 Acompanhe a seguir os preços e as rentabilidades dos títulos públicos no Tesouro Direto na tarde de hoje:
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