Rede D’Or (RDOR3) pagará R$ 400 milhões em JCP; veja como receber
Terão direito ao provento os investidores com posição acionária na companhia ao final do pregão de 25 de junho de 2026.
A Amil, operadora de planos de saúde, foi descredenciada por três hospitais da Rede D’Or (RDOR3) no Rio de Janeiro, conforme noticiado pelo jornal "O Globo". A decisão, que passa a valer a partir de 17 de setembro, afeta os hospitais Copa D’Or, Quinta D’Or e Hospital Pediátrico Jutta Batista, resultando na ausência de atendimento para os beneficiários da Amil nessas unidades.
💬 Os três hospitais que deixarão de atender os beneficiários da Amil somam 700 leitos, representando aproximadamente 7% da capacidade total de leitos da Rede D’Or no Rio de Janeiro. A Amil, que recentemente anunciou uma parceria com a Dasa para criar uma joint-venture, também está realizando uma reestruturação interna.
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A Amil classificou como "unilateral e imotivada" a decisão da Rede D’Or de descredenciar seus serviços. A operadora de saúde se mostrou disposta a negociar para resolver o impasse. Segundo analistas do Itaú BBA, a divergência sobre os valores dos serviços pode ser a principal razão para o conflito.
💭 Diante do cenário de crescente tensão entre seguradoras e hospitais, caracterizado por prazos de pagamento mais longos e dificuldades financeiras nos hospitais, a Amil tem implementado uma estratégia de otimização de sua rede de prestadores de serviços.
A disputa entre Amil e Rede D’Or não é novidade. Em 2019, a Amil já havia descredenciado 16 hospitais da rede, o que resultou em uma perda significativa de market share no Rio de Janeiro. Desde então, a participação da Amil na região tem diminuído continuamente, atingindo atualmente apenas 12%.
Terão direito ao provento os investidores com posição acionária na companhia ao final do pregão de 25 de junho de 2026.
O objetivo de manter os papéis em tesouraria para posterior cancelamento ou alienação.
Maior de hospitais particulares do Brasil, com 79 unidades, ostenta geração de caixa de 2,9 bilhões.
Maior rede privada de saúde do Brasil distribuirá R$ 350 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP).
O desempenho foi sustentado pelo crescimento das receitas nos segmentos hospitalar e de seguros.
Na avaliação do banco, a rede reúne as melhores condições para atravessar os desafios previstos para 2026 e capturar valor.
A companhia poderá recomprar até 20 milhões de ações, com um limite financeiro de R$ 1 bilhão. O programa terá vigência de 12 meses.
Maior empresa de saúde privada da América Latina prepara caminhão de proventos bilionários.
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