Raízen aprova capitalização de R$ 39,8 bi e vai se dividir em duas empresas
A companhia aprovou em assembleia o aumento de capital de até R$ 39,8 bilhões e a redução de capital que vai separar seus negócios.
🚨 A Raízen (RAIZ4), uma das maiores empresas globais de energia renovável, anunciou nesta terça-feira (08), um novo compromisso de investimento de R$ 11,5 bilhões para ampliar suas operações no setor de combustíveis sustentáveis.
A iniciativa, firmada durante a cerimônia de sanção do programa "Combustível do Futuro" do governo, tem como objetivo acelerar a produção de etanol de segunda geração (E2G), biogás e biometano, fortalecendo a posição da empresa no desenvolvimento de soluções verdes.
Esse investimento reforça o papel estratégico da Raízen na transição energética global.
Com a construção de nove novas plantas de E2G, que utiliza o bagaço da cana como matéria-prima, a empresa busca ampliar sua participação no mercado internacional, onde o etanol sustentável já é exportado para países europeus.
As duas primeiras unidades de E2G em operação estão localizadas em Costa Pinto e Bonfim, no estado de São Paulo, com a adição de biogás e biometano à produção.
O compromisso de investimento da Raízen destaca o alinhamento da empresa com as metas globais de descarbonização, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia verde no Brasil.
📈 A estratégia busca não só aumentar a oferta de combustíveis limpos, mas também gerar empregos e consolidar a liderança da empresa no setor de bioenergia.
A companhia aprovou em assembleia o aumento de capital de até R$ 39,8 bilhões e a redução de capital que vai separar seus negócios.
O fundo Mubadala e a FS avaliaram comprar créditos de credores da Raízen, em meio a uma reestruturação de R$ 65 bilhões em dívidas.
A Raízen e suas controladas fecharam uma transação de R$ 22,4 bilhões com PGFN e Receita Federal.
Com 71,3 milhões de ações preferenciais, a gestora SPX passou a deter 5,25% das ações emitidas da companhia.
O aumento de capital integra o plano de recuperação extrajudicial e prevê novos tickers na B3.
A proposta prevê a emissão de ao menos 14 bilhões de ações ordinárias e preferenciais.
Nesta segunda (19), a CVM aprovou a conversão do registro da Raízen Energia para a categoria A, etapa da recuperação extrajudicial.
A produtora de açúcar e etanol, bancada pelos acionistas majoritários Cosan (CSAN3) e Shell, atravessa reorganização societária.
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