Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
🤑 O melhor investimento em termos de valorização no mês de outubro e também no acumulado de 2024 foi o Bitcoin (BTC), que apresentou desempenho robusto e contínuo em ambos os períodos, conforme estudo elaborado por Einar Rivero, sócio da Elos Ayta Consultoria.
Em análise entre 13 índices de investimento, a maior criptomoeda do mundo teve ganhos de +17,42% só nos últimos 31 dias. Já no acumulado do ano, o ativo digital disparou +97,03%.
Quem também se destacou durante o mês das bruxas foi o dólar, que avançou 6,05% contra o nosso real. Segundo Rivero, trata-se da maior valorização mensal da moeda americana desde 2022.
Enquanto os investimentos internacionais cantaram de galo em outubro, o Ibovespa emplacou no rol dos perdedores, caindo −1,60% no período. Todavia, quem ficou bem pior na fita foi o Ifix, que derrapou −3,06%, evidenciando a fraqueza dos fundos imobiliários no curto prazo.
A análise de desempenho nos últimos 12 meses reforça a supremacia do Bitcoin (BTC), com uma valorização acumulada de 133,93%, seguido pelo índice de BDRs (BDRX) com 64,32% e pelo ouro, que completa o pódio com 38,32%.
📉 Todos os índices registraram desempenho positivo no período, mas o Ifix teve o menor ganho, com uma valorização de apenas 1,56%, seguido pelo índice de Small Caps (2,51%) e pela poupança (7,09%).
"Esses dados ressaltam a importância da diversificação e do monitoramento das variações de mercado, com destaque para ativos de maior risco e volatilidade, como o Bitcoin, que se mostra como o mais rentável em períodos de recuperação", afirma Rivero.
Sobre a trajetória do dólar, o consulator explica que a moeda americana mantém um desempenho significativo, refletindo a volatilidade e incertezas no cenário macroeconômico, especialmente em momentos de pressão inflacionária e ajustes nas políticas monetárias globais.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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