2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
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O presidente do Fed (Federal Reserve), Jerome Powell, disse nesta terça-feira (9) que o corte dos juros americanos ainda depende de novos dados positivos de inflação. Ainda assim, ele reconheceu o risco de cortar os juros "tarde demais" e, com isso, animou o mercado.
💲Em depoimento ao Congresso dos Estados Unidos, Powell disse que os últimos dados da inflação americana mostraram um "progresso adicional modesto". Ele disse, então, que o Fed ainda precisa ganhar mais confiança de que a inflação está caindo de forma sustentável em direção à meta anual de 2% para poder cortar os juros.
Segundo ele, "mais dados de boa qualidade" poderiam abrir a porta para os cortes de juros. Powell também destacou, contudo, que cortar os juros "muito pouco ou tarde demais" poderia "enfraquecer indevidamente a atividade econômica e o emprego". Ele indicou, então, que um recuo inesperado do mercado de trabalho também poderia levar o Fed a cortar os juros americanos.
🗣️ "Cortar muito cedo ou demais pode travar ou mesmo reverter o progresso que temos observado em matéria de inflação. Ao mesmo tempo, à luz dos progressos alcançados tanto na redução da inflação quanto no arrefecimento do mercado de trabalho ao longo dos últimos dois anos, a inflação elevada não é o único risco que enfrentamos", enfatizou.
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O mercado acredita que o Fed vai começar a reduzir os juros americanos em setembro, mas Powell lembrou que as decisões de política monetária são tomadas reunião a reunião, à luz dos dados disponíveis. Ele disse, então, que não estava enviando quaisquer sinais sobre as próximas decisões do Fed.
Ainda assim, o mercado reage positivamente ao discurso de Powell. O Ibovespa sobe e o dólar cai na tarde desta terça-feira (9). Afinal, um eventual corte dos juros americanos reduziria a atratividade dos Treasuries, os títulos do Tesouro dos Estados Unidos. Com isso, investidores poderiam se voltar a mercados emergentes como o do Brasil.
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