Petrobras (PETR4) perde R$ 2,8 bilhões em créditos tributários; entenda motivo
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais não encontrou provas suficientes para favorecer a estatal.
O diretor executivo de Processos Industriais e Produtos da Petrobras (PETR4), William França, afirmou nesta sexta-feira (4) que a empresa espera que o Ebitda (lucro antes juros e impostos) da área de refino, transporte e comercialização em 2025 supere o resultado obtido em 2024. No 1º trimestre de 2025, a empresa registrou um Ebitda ajustado de R$ 61,08 bilhões.
Em discurso realizado na Reduc (Refinaria da Petrobras em Duque de Caxias), o diretor afirmou que a política de preços atualmente em vigor na companhia está gerando resultados positivos. Segundo ele, houve aumento no fator de utilização das refinarias, além de ganhos em confiabilidade.
“No ano passado, conseguimos um Ebitda, uma capacidade de geração de caixa na nossa área de refino, transporte e comercialização, de quase US$6 bilhões e, esse ano, nós estamos chegando para mais do que isso. Nosso ‘outlook’, nossa meta é mais do que isso”, disse França.
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A fala chega um dia após a Petrobras anunciar um pacote de investimentos no Rio de Janeiro que totaliza ao menos R$ 33 bilhões. Segundo a empresa, os recursos serão destinados a projetos nas áreas de refino, petroquímica, energia e segurança operacional, com previsão de geração de mais de 38 mil empregos.
“Estamos falando de um megaprojeto que envolve sinergia entre a Reduc, o Complexo Boaventura e a Braskem. Um investimento robusto que fortalece a economia do Rio e garante energia a preços acessíveis para o país”, afirmou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard. Ela afirmou que a medida permitirá ampliar a produção de diesel, querosene de aviação e lubrificantes.
A ampliação da unidade da Braskem em Duque de Caxias também se destaca, com aporte de R$ 4,3 bilhões. O projeto prevê a criação de 7.500 postos de trabalho e o aumento da capacidade de produção de polietileno, matéria-prima essencial para o setor de plásticos.
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais não encontrou provas suficientes para favorecer a estatal.
Pelo acordo, a Petrobras comprará 0,8 milhão de toneladas por ano de GNL.
O petróleo tipo Brent já flerta os US$ 106 por barril e favorece as petroleiras brasileiras.
O repasse contempla as operações realizadas pela estatal entre os dias 16 e 31 de julho de 2026.
A nova disparada do petróleo até ajudou a estatal, mas o clima de cautela dos investidores ditou o pregão.
O trato prevê a cooperação estratégica com a ENH, estatal de petróleo de Moçambique.
Os títulos envolvidos na operação têm vencimento previsto para 27 de janeiro de 2028.
O índice brasileiro volta a se aproximar da região dos 190 mil pontos, apesar de queda do petróleo.
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